Separamos algumas mudanças já confirmadas e outras especuladas que as equipes das redes Facebook, Instagram e Twitter estão preparando para 2020!

O que muitos diziam ser uma “modinha”, prova-se cada vez mais forte a cada começo de ano. As redes sociais já fazem parte do nosso imaginário e da nossa rotina. E como qualquer hábito corriqueiro, precisa de algumas atualizações para que não perca a graça, não é mesmo? Separamos algumas mudanças já confirmadas e outras especuladas que as equipes das redes Facebook, Instagram e Twitter estão preparando para 2020. Acompanhe! 

 

Twitter

“E por isso nada mais importa se não for a minha opinião”: quem é usuário assíduo dessa rede social deve reconhecer o meme em um gif estático da Gretchen. E parece que esse vai ser o lema por lá em 2020. 

Durante a Consumer Electronics Show, que aconteceu em Las Vegas no começo do mês, foi anunciado que o “tuiteiro” poderá controlar quem responde às publicações. O objetivo é reduzir os casos de bullying e assédio moral que acontecem na rede social. 

Antes de enviar o tweet, o usuário poderá escolher se prefere deixar a opção de resposta pública, apenas para os seguidores, somente para as @’s mencionadas ou para ninguém. A postagem seguirá visível para todos – ou para os seus followers, em caso de conta fechada. 

Apesar de ter um público restrito e bem segmentado, o Twitter é uma rede social com uma base muito fiel de usuários. Atualmente, o Brasil ocupa o 6º lugar no ranking de países que mais utilizam a ferramenta. Os dados são do site Cuponation. 

 

Instagram

O Instagram (from Facebook) passou por um reposicionamento em 2019 e o claro foco da rede social são os Stories. O número de views nas postagens que somem após 24 horas, hoje, superam os likes nas fotos. O forte crescimento do TikTok parece ter acendido um alerta vermelho na equipe da ferramenta, que aposta em novas funcionalidade para os Stories em 2020.

Segundo a engenheira e blogueira de tecnologia Jane Manchun Wong, conhecida por vazar novidades da rede social, o Instagram se prepara para lançar compartilhamento de stories em grupo. Além dos melhores amigos, você poderia ter a opção de criar uma lista de transmissão específica e disponibilizar só com estes membros os conteúdos de 24 horas. 

Ainda de acordo com Wong, os Stories também devem ganhar a funcionalidade “Poses”, uma versão virtual daquela popular cabine de fotos que aparecem em festas e em parques de diversão. O aplicativo registrará sozinho uma foto a cada três segundos, no total de quatro fotografias. O resultado será um story stop-motion

As funcionalidades seguem em fase de testes, sem previsão oficial de lançamento. Jane Manchun Wong ganhou ainda mais notoriedade após anunciar em primeira mão o fim dos likes visíveis a todos os usuários. 

 

Facebook

Ainda no centro da polêmica das eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2016, que elegeu o republicano Donald Trump, o Facebook parece querer reforçar o combate às fake news que rondam a rede social. 

Conforme anunciado no início do mês pelo vice-presidente global de gestão de políticas internas, Monika Bickert, o Facebook vai remover deepfakes e outros conteúdos manipulados. 

Para quem não sabe, trata-se de vídeos falsos criados com inteligência artificial, que permite colocar rostos e vozes em terceiras pessoas. Cerca de 50 especialistas das mais variadas áreas estarão de prontidão para detectar conteúdo manipulado. 

No Brasil, o caso mais famoso é o do videomaker Bruno Sartori, que utiliza da técnica do deepfake para fazer paródias políticas, como quando ele colocou o rosto do ex-presidente Lula no corpo de Mariah Carey para “cantar” uma música sobre obsessão para o presidente Jair Bolsonaro. Ele chegou a dar entrevistas para programas de televisão e portais da internet. 

O Facebook registrou uma queda de 5% em dois anos no número de usuários brasileiros da plataforma. Especialistas acreditam que os escândalos de vazamento de dados são a principal razão para a evasão. Em dezembro do ano passado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública revelou que aplicou uma multa de R$ 6,6 milhões ao Facebook pelo vazamento de dados de mais de 400 mil brasileiros no caso Cambridge Analytica

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