Chefe centralizador: não seja um desses! Pensando nisso, preparamos este artigo com pequenas dicas para que você não deixe o controle subir à sua cabeça!

Chefe centralizador: ter espírito de liderança é fundamental na hora de comandar uma equipe. Saber chefiar um projeto requer mais que conhecimento, exige estratégia e sabedoria para além dos conceitos técnicos. Desenvolver empatia e autocrítica também são processos fundamentais para quem é incumbido da missão. 

No entanto, há quem confunda essas características com ser um chefe centralizador. Estar a par de tudo é, sim, importante, mas, em demasia, dificulta o fluxo de trabalho e pode criar um ambiente insuportável. Pensando nisso, preparamos este artigo com pequenas dicas para que você não deixe o controle subir à sua cabeça!

 

Chefe centralizador: estabeleça diálogos

O seu projeto não é comando por toda uma equipe por acaso. É preciso saber demandar a essas pessoas e aproveitar o melhor de cada expertise. No entanto, para estabelecer um nível de confiança que permita com que cada um desempenhe a tarefa com a qual se sairia melhor, é necessário diálogo com seu time.

Se o seu problema de controle vem justamente de uma certeza de que você, sozinho, faria melhor, tire um tempo para conversar sobre as especialidades de cada pessoa. Assim, você conhece mais profundamente as capacidades do seu quadro de funcionários e entende que eles têm formação e experiência suficientes para dar conta do recado sem que você precise inspecionar cada passo do processo. 

 

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O mais básico dos entendimentos que levam ao sucesso de um projeto é entender que todos precisam estar na mesma página: cientes de todas as demandas, até as que não passam por elas, e alinhados aos mesmos objetivos. No entanto, pessoas centralizadoras tendem a reter todas as informações para si, inconscientemente (ou nem tanto) de modo a atrapalhar os outros membros da equipe em suas demandas. 

Portanto, para não se tornar um desses chefes que prejudica o fluxo da equipe, crie a rotina de compartilhar sempre os processos com seu time, especialmente, os quais só você tem acesso. Embora desempenhadas por você, elas não te pertencem; são parte de um processo a qual todos levarão créditos, então, saiba dividir e deixar todos a par dos andamentos do trabalho. 

 

Vá devagar com as críticas

Como mencionamos acima, pessoas centralizadoras tendem a acreditar que, se aquela tarefa tivesse sido desempenhada por elas, estaria melhor realizada. E por essa razão, chefes que carregam essa características costumam ser muito críticos, até mesmo com tarefas que estão em esboço, longe de serem finalizadas. 

Antes de tecer uma crítica a um trabalho, cabe a reflexão: a tarefa tem defeitos reais ou você só está fazendo comparações com o que você faria? Se a resposta for a segunda, evite fazê-la. Vale reforçar que não é um pedido para que você deixa passar falhas que merecem ser corrigidas ou até mesmo abra mão da sua autoridade em casos necessários, mas, sim, uma ponderação que pode evitar comportamentos potencialmente tóxicos. 

 

Se desligue!

Nem todo chefe centralizador é necessariamente um workaholic, mas o fato é que a grande maioria tem tendência à compulsão por trabalho, o que, justamente, os leva a acumular as mais variadas funções em busca de conquistar mais sucesso profissional. Embora seja óbvio que é necessário para os trabalhadores, entender que é importante estabelecer momentos off pode ser uma tarefa difícil para essas pessoas. 

Acredite: a empresa não precisa de você o tempo e você pode se dar o direito (não, não é luxo) de se desligar completamente do trabalho nos momentos que não foram designados a isso. Mas para isso, claro, a primeira dica não pode ser ignorada: é fundamental conhecer as expertises da sua equipe para que, então, você estabeleça a confiança que vai te dar a paz que está tudo sob controle – não o seu, pelo menos por um momento!  

 

Autoconhecimento

Ser uma pessoa centralizadora dá a impressão de que é fruto de uma autoestima muito elevada, mas acredite: pode ser justamente o contrário. Muitas vezes, esses chefes são tomados por essa obsessão por controle justamente por não acreditarem ser bons o suficiente e para suprir essa suposta defasagem, querem mostrar serviço tomando conta de tudo. Há também os casos onde há medo de que determinado membro da equipe se destaque e acabe roubando aquele lugar de prestígio.

Por fim, a principal tarefa dessa jornada de abrir mão do controle é o autoconhecimento. É entender de onde vem essa necessidade de centralizar todo o comando e perceber que, geralmente, é fruto de uma insegurança que pode ser tratada. No ambiente de trabalho, tendemos a ignorar nossos sentimentos e encarar todas as tarefas de maneira fria. No entanto, o trato dessas emoções não é essencial apenas para a saúde mental, mas, também, para nossa manutenção enquanto profissionais. 

 

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