O Planejamento Estratégico Pessoal é um modelo que visa um balanço entre aumentar a qualidade de vida em torno de um objetivo maior, geralmente, profissional ou financeiro. Saiba como fazê-lo!

Planejamento estratégico é definido pelo conceituado site Rock Content como uma espécie de guia que “orienta as empresas na tomada de decisões e na distribuição de seus recursos no período que virá a seguir”. Embora esteja, na maioria das vezes, associado à organização corporativa, esse conceito pode servir de base para uma transformação pessoal e profissional de indivíduos. 

É aí que entra o conceito de Planejamento Estratégico Pessoal, ou, simplesmente, PEP. Trata-se de uma adaptação do modelo tradicional, que visa ao balanço entre aumentar a qualidade de vida em torno de um objetivo maior, geralmente, profissional ou financeiro. 

A seguir, você confere cinco dicas para iniciar um Planejamento Estratégico Pessoal! 

 

Planejamento Estratégico Pessoal: analise os contextos

Antes de traçar suas principais metas, é necessário traçar um panorama completo da situação atual da sua vida. Como está a organização das suas tarefas? Seu atual emprego satisfaz suas aspirações? Você se considera uma pessoa emocionalmente estável? Autoconhecimento é muito necessário para compreender os próprios pontos fortes e fracos e, assim, definir objetivos de modo a respeitar as fraquezas e potencializar as habilidades. 

É importante, também, realizar um estudo aprofundado do mercado onde você busca se posicionar profissionalmente ou do setor no qual você pretende investir. Esse é um dos passos mais diferenciais de um planejamento, afinal, com dados concretos sobre o estágio da área em que se pretende aplicar tempo ou dinheiro, você consegue traçar metas condizentes com a realidade. 

 

Planejamento Estratégico Pessoal: SWOT

Após as observações pessoais, você já tem informações suficientes para aplicar, no âmbito pessoal, outro método muito utilizado no ambiente corporativo: a análise SWOT. A sigla representa, em inglês, as palavras forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. 

Entre as forças e fraquezas, destacam-se, respectivamente, as qualidades e defeitos pessoais, bem como os pontos fortes e os que ainda pedem estudos em relação ao campo profissional. Esses itens podem te ajudar a definir maneiras de otimizar as qualidades e trabalhar as falhas. Dentre as oportunidades, podemos citar eventos reais que geram possibilidades de trabalho, networking ou investimento. Já nas ameaças, as referências são eventos externos que podem prejudicar o andamento das suas metas, como crises econômicas ou demissões em massa em empresas de referência. 

 

Planejamento Estratégico Pessoal: hora das definições

Com as análises e os estudos concluídos, você já é capaz de entender o que está ao seu alcance e, assim, torna-se apto para a parte mais importante do seu Planejamento Estratégico Pessoal: definir os seus objetivos principais! É muito importante escrever esses objetivos em um documento, de modo a estabelecer exatamente quais as suas prioridades e não deixar esses projetos apenas no campo da imaginação. 

Por isso, defina metas de curto, médio e longo prazo. O planejamento gira em torno de facilitar a nossa tomada de decisões, portanto, é muito importante determinar quais ações serão necessárias para alcançar tais propósitos. 

 

Planejamento Estratégico Pessoal: controle de gastos

Mesmo que a sua principal meta seja estritamente profissional e não envolva objetivos materiais, como comprar uma casa ou um carro, é muito importante manter um controle de gastos. Afinal, até mesmo para um reposicionamento dentro do próprio mercado de trabalho, é necessário investimento em cursos, mentorias e materiais didáticos, itens que vão encarecendo à medida em que você sobe o nível de formação. 

Por isso, esteja sempre atento às suas movimentações financeiras. Se você precisa de dinheiro para realizar sua meta, é preciso observar as faturas e determinar quais gastos são essenciais e quais podem ser reduzidos para investir nos seus objetivos. A dica é sempre registrar todos os débitos no ato da compra, para não correr o risco de esquecer o valor e, assim, gerar falsas impressões sobre as despesas. 

Com essas dicas e muito trabalho, suas metas podem, sim, ser alcançadas do jeito que você sempre almejou. Vale reforçar que, independente da importância que você estabeleceu para eles, esses objetivos não podem ser maiores que sua saúde e sua sanidade. Entenda que podem haver percalços que mudarão os planos e respeite os próprios limites! 

 

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