Inovação: embora o conceito possa parecer óbvio, essa premissa tão comentada no mundo dos negócios precisa ser difundida de maneiras mais efetivas. Entenda!

Inovação: embora o conceito possa parecer óbvio, essa premissa tão comentada no mundo dos negócios precisa ser difundida de maneiras mais efetivas. Tudo isso porque ainda existem premissas que associam esse termo apenas a avanços tecnológicos, muitas vezes, caros e inacessíveis para pequenas e médias empresas, quando, na verdade, essa concepção engloba muitas outras características, que impactam, inclusive, o capital humano. 

Para tornar sua empresa inovadora, é preciso uma inteligência que vai muito além de investimento financeiro. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em seu site oficial, defendeu que a inovação é a principal solução também para pequenos negócios. O órgão definiu o conceito como “a mola propulsora das empresas” e destacou a necessidade de inovar nos mais variados setores de uma instituição, seja em produtos, processos ou mercado, para garantir a manutenção e a sobrevivência do negócio. 

Em resumo, podemos pensar a inovação como um conjunto de iniciativas que agregam produtividade ao trabalho e valor de mercado à organização. Por essa complexidade de impactos, é muito importante que as empresas comecem a pensar em inovação para além de inteligências artificiais e, principalmente, para além de imediatismos. Trata-se de um processo que demanda imersão e, portanto, pode ser demorado. 

Segundo o especialista Larry Keeley, autor do famoso livro “Dez Tipos de Inovação”, a tecnologia é responsável por uma equação que varia de 2 a 5% durante os processos inovadores. “A tecnologia, hoje em dia, está disponível para todos, você não inventa tecnologias verdadeiramente novas, você simplesmente cria novos recursos, a partir de tecnologias conhecidas”, completou, em entrevista publicada pela revista Época Negócios. 

Outro ponto importante destacado por Larry Keeley nessa entrevista é em relação às muitas falácias que envolvem a inovação, que, por muitas vezes, impedem as empresas de mergulharem mais assertivamente neste processo. “As pessoas são atormentadas por um grande número de mitos sobre inovação. Elas pensam que inovar é ser criativo. E não é. É uma questão de disciplina. Pensam que é lançar produtos. E não é. É sobre plataformas que mudam a forma como trabalhamos em um mundo conectado”, afirmou. Você pode ler a entrevista completa NESTE LINK.

Uma empresa verdadeiramente inovadora é aquela que pensa em fortalecer os laços com os funcionários, compreendendo que, através do engajamento da força de trabalho dessas pessoas, é possível criar um ambiente mais motivado e, consequentemente, mais produtivo. 

Antes de pensar em buscar forças externas, um bom começo de um processo de inovação é investir nas expertises da equipe que você já tem, com cursos, palestras e outros métodos educativos que insiram previamente o seu time no passo a passo dessa transição. 

A inovação também está presente na mudança de diversos indicadores do negócio, como, por exemplo, o gasto com recursos. Inovar é pensar formas inteligentes de desenvolver o trabalho com a mesma qualidade, porém, de maneiras cada vez mais econômicas. Os desperdícios, muitas vezes, impactam diretamente a manutenção de diversos setores de uma empresa; setores esses que poderiam, inclusive, estar recebendo investimentos voltados para a inovação, mas são impactados por má gestão. Antes de iniciar esse processo, cabe realizar uma inspeção nos gastos da empresa para pensar os fluxos de receita de forma mais inteligente.

Vale acrescentar, também, que uma empresa inovadora é uma empresa diversificada, não apenas para cumprir protocolos, mas pelo entendimento de que a inovação necessita da complexidade de múltiplos pontos de vista, vivências e formações para ser alcançada. 

Como afirmou Larry Keeley, o ponto de partida para a inovação é a análise. Análise da sociedade, dos profissionais ao redor, da situação da empresa e de muitos outros fatores que somam à equação do sucesso de uma empresa. Por fim, é preciso entender que inovação não é necessariamente recomeçar do zero e, sim somar forças aos recursos e habilidades já disponíveis para criar algo transformador. 

 

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