LinkedIn: a rede social corporativa se firmou como uma das plataformas mais relevantes do momento. Este artigo traz mais informações sobre a ferramenta e, ainda, destrincha uma pesquisa sobre o comportamento dos usuários.

LinkedIn: prestes a completar 20 anos de existência, o site prova que vai muito além de um currículo online e expande as possibilidades de interação, tanto para as empresas, quanto para os profissionais. Este artigo traz mais informações sobre a plataforma e, ainda, destrincha uma pesquisa sobre o comportamento dos usuários. 

 

LinkedIn: algumas informações importantes 

O LinkedIn é usado, prioritariamente, para procurar vagas e oportunidades de trabalho. No entanto, vale reforçar que não é apenas uma rede social para desempregados ou para recrutamento. Essa rede é muito importante para estabelecer contatos e parcerias, que geram insights a respeito dos nichos de mercado e, também, podem resultar, a curto ou a longo prazo, em frutos positivos de trabalho. 

Se a expectativa era que o número de usuários brasileiros do LinkedIn aumentasse consideravelmente em 2020, o contexto inesperado da pandemia trouxe ganhos ainda maiores para a plataforma. Segundo a revista IstoÉ Dinheiro, a ferramenta tornou-se “obrigatória” para o desenvolvimento de profissionais, especialmente, em um ano cheio de incertezas profissionais, como o último. 

Estima-se que mais de 43 milhões de profissionais do país já estejam cadastrados. Esse número coloca o Brasil entre uma das principais bases do LinkedIn no mundo. Atualmente, o país é o quarto colocado no ranking de nações com mais usuários na plataforma; levando em conta que as populações do segundo e terceiro colocados, China e Índia, respectivamente, giram em torno de bilhões de habitantes, o Brasil ultrapassa ambos, em uma perspectiva per capita. 

Para compreender melhor o comportamento dos usuários no LinkedIn, a Opinion Box, empresa especializada em soluções de pesquisa de mercado online, realizou uma pesquisa com os usuários da rede social corporativa. O levantamento mostrou que 79% dos frequentantes já estão empregados, o que já torna obsoleta a teoria de que é um espaço apenas para desempregados. O estudo também revelou que as mulheres são maioria: 52%, contra 48% dos homens. Abaixo, confira outros dados levantados pela inspeção, que entrevistou mais de mil perfis.  

 

LinkedIn: mais dados da pesquisa

Apesar de ser uma rede social que gera frutos muito importantes, o LinkedIn ainda não tem a mesma assiduidade das outras plataformas que focam no entretenimento. De acordo com outra pesquisa encomendada pela Opinion Box, 84% dos usuários do Instagram visitam a ferramenta pelo menos uma vez ao dia. Quando se trata do LinkedIn, o número cai para 22%. 35% dos profissionais acessam o instrumento pelo menos uma vez por semana, enquanto 12% afirmam não entrar nunca ou uma vez ao mês.  

Um curioso contraponto explicitado pela pesquisa da Opinion Box é que, apesar de 74% dos entrevistados terem declarado que estão empregados, 61% utilizam o LinkedIn para procurar trabalhos, o que pode sugerir, entre tantas coisas, certa insatisfação dos trabalhadores com seus empregadores, especialmente, em um contexto de perdas de direitos. Desse montante, 71% afirma que nunca conseguiu êxito no propósito de conseguir emprego por lá. Enquanto isso, 18% afirma que nunca buscou vagas na rede.  

Entre os usuários que entram no LinkedIn para outras atividades, 51% utilizam para ler artigos, 48%, para acompanhar publicações no feed, 46%, para curtir conteúdos que sejam relevantes, 38%, para fazer networking e 27%, para comentar publicações que chamem atenção. Apesar do alto índice de interesse por posts alheios, 32% afirmam que não publicam nunca na rede social; apenas 14% publicam pelo menos uma vez por semana. Empatadas com 10%, estão as pessoas que usam a plataforma para postar nos stories (sim, o LinkedIn também conta com essa função!), vender produtos e serviços, oferecer vagas de emprego e publicar conteúdo em páginas de empresas. 

 

Linkedin: conclusões

A maior rede social corporativa do mundo perdeu, em velocidade meteórica, a imagem de “sisuda” e, ao longo da década, se firmou como uma das plataformas mais relevantes dos últimos tempos. Mesmo os que não estão à procura de emprego, hoje, enxergam na ferramenta a oportunidade de firmar a própria persona profissional como uma figura relevante dentro do nicho de atuação. 

Busque não apenas participar dos fóruns e discussões, mas, também, gerar seus próprios conteúdos. Além da possibilidade de estar diante de novos insights, você pode chamar a atenção de empresas e outros profissionais. 

É exatamente baseado nessa premissa em que o networking, que “nunca esteve tão valorizado”, segundo a IstoÉ Dinheiro, acontece. O LinkedIn ajuda a firmar essa rede de contatos profissionais que funciona mutuamente, com trocas, ideias, insights e oportunidades. Por essa razão, torna-se cada vez mais importante realizar a manutenção de uma presença no LinkedIn. 

 

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