Esse artigo é para inspirar você que atravessa momentos difíceis e mostrar que até mesmo as mais poderosas figuras tiveram fases turbulentas. A principal lição que eles deixaram é sobre não desistir!

Magnatas e suas iniciativas revolucionárias ajudam a inspirar muitos empreendedores, que buscam exemplos de impacto no mercado e, principalmente, de grande enriquecimento financeiro. No entanto, o que muita gente não sabe, é que muitos desses bilionários tiveram de superar situações de fracasso para dar a volta por cima e consolidar um império. 

 

Magnatas e histórias mal sucedidas 

Projetos mal sucedidos podem gerar muita frustração, mas, também, rendem lições valiosas sobre administração, gerenciamento e finanças. Esse artigo é para inspirar você, empreendedor que atravessa momentos difíceis, e mostrar que até mesmo as mais poderosas figuras tiveram fases turbulentas. A principal lição que eles deixaram é sobre não desistir! Cabeça erguida e confira estes exemplos! 

 

Steve Jobs

Se está difícil para você, imagina como foi para o fundador da Apple, que chegou a ser expulso da própria empresa! A trajetória do inventor na empresa de tecnologia foi marcada por alguns produtos revolucionários, como o, hoje, tão cultuado, Mac. No entanto, foi exatamente essa invenção que fez com que Steve fosse demitido da Apple, em 1985. Com a queda das vendas do produto e a baixa aceitação do público, a parceria entre o criador e o CEO da empresa na época, John Sculley, transformou-se em uma relação cheia de atritos e guerras de ego. 

Os prejuízos causados pelo Mac levaram o conselho da Apple a tomar as dores de Sculley na briga e, assim, Steve Jobs foi demitido da Apple. Apesar de ter perdido o comando da empresa que ajudou a fundar, ele seguiu os trabalhos e fundou a NeXT, uma empresa de computação. O sucesso da empreitada foi tão grande que, nove anos depois, a própria Apple resolveu comprar a empresa. Com isso, o magnata retornou à marca que construiu como consultor e, anos depois, lançou muitos produtos de sucesso. 

 

Bill Gates

O parceiro mais famoso de Bill Gates é o empresário americano Paul Allen. Em 1972, eles embarcaram em um projeto que não apenas fracassou, como também rendeu prejuízo financeiro para os dois. Ainda jovens, Gates e Allen fundaram a empresa Traf-O-Data, cujo principal nicho girava em torno do trânsito, com o fornecimento de dados sobre rodovias e mapeamento de redes de tráfego. Dentre os muitos motivos que levaram a empresa a fracassar, um dos principais foi o descrédito à iniciativa por conta da pouca idade da dupla, que, na época, tinha por volta de 17 anos. Outro fator que contribuiu com a derrocada, segundo Allen, foi a falta de pesquisa de mercado e o desconhecimento da dificuldade de firmar parcerias com órgãos públicos.  

No entanto, eles não desistiram. Juntos novamente, fundaram, três anos depois, a Microsoft, uma das mais importantes empresas de tecnologia do mundo. Nas últimas décadas, ambos figuraram entre as 50 pessoas mais ricas dos Estados Unidos; Bill aparece sempre entre as primeiras posições, enquanto Allen, já falecido, deixou um patrimônio estimado em 21 bilhões de dólares. 

 

Walt Disney

Demitido por falta de criatividade e por não apresentar boas ideias: essa foi a alegação recebida pelo cofundador da maior produtora cinematográfica da história, Walt Disney, ao ser desligado de um jornal, onde trabalhava como ilustrador. Meses depois, ele se juntou a um amigo, Ub Iwerks, para fundar a produtora de animação Laugh-O-Gram, que viria a transformar-se na Disney como conhecemos hoje. O sucesso começou a vir, a passos curtos, quando eles fecharam trabalhos com uma distribuidora de Nova York. Apesar de ser uma boa oportunidade, os pagamentos eram realizados apenas seis meses após a execução.

Foi um período de muita retenção financeira. Parte da equipe foi demitida e até Walt fez ajustes muito severos no estilo de vida pessoal em prol da sobrevivência da empresa. A situação voltou a melhorar após um trabalho que garantiu renda suficiente para levar as produções a Hollywood. No entanto, por falta de assinatura e de noções de questões burocráticas, a Universal levou todo o crédito pela produção “Oswald the Lucky Rabbit”. Apesar da rasteira, Walt Disney não desanimou porque tinha outra carta na manga: Mickey Mouse. E o resto é história! 

 

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