Negócios no mundo da tecnologia e Telecomunicação – Blog Città Telecom

O Cloud Computing é uma tecnologia que permite com que você acesse seus arquivos a qualquer momento, de qualquer lugar e de qualquer dispositivo. Entenda!

Cloud computing: uma tecnologia a favor da conectividade. Faça o teste: pesquise “o que é nuvem?” no Google. Foi-se o tempo em que a primeira resposta te explicaria que são várias partículas de água aglomeradas. Se sua busca é para algum trabalho de biologia, você vai precisar caminhar pelas páginas seguintes porque a primeira está toda tomada por anúncios e explicações sobre computação em nuvem. 

Mais conhecido pelo termo em inglês, o cloud computing é uma tecnologia que permite criar uma rede de servidores conectados à Internet. Sendo assim, o usuário é capaz de salvar arquivos, dados, documentos, softwares e muito mais em um espaço virtual centralizado, sem que seja preciso investir em dispositivos físicos ou servidores locais. 

Com o cloud computing, você utiliza softwares a qualquer momento e de qualquer lugar e tem acesso aos mesmos dados em qualquer dispositivo. Essa tecnologia utiliza um servidor remoto que armazena os seus dados e arquivos. Esse mesmo servidor é o responsável por conectar os seus aparelhos a um sistema de informação centralizado (SIC), que permite com que você visualize, edite seus arquivos e salve as alterações quando desejar.  

A ideia do cloud computing é atribuída ao cientista da computação John McCarthy, no começo da década de 1960. Com o surgimento da internet, nos anos 1990, a ideia voltou a ser amplamente debatida entre os profissionais da área. A popularização, no entanto, só veio a ocorrer quarenta anos mais tarde, quando a Amazon, em 2002, comercializou a primeira solução de computação em nuvem. 

 

Cloud computing: quais as principais vantagens?

Já ficou evidente que a principal função do cloud computing é armazenar os dados de forma segura. No entanto, existem outros benefícios que essa tecnologia pode trazer à sua empresa. Entre eles, a economia. Ou melhor dizendo, as economias. Primeiramente, a redução de gastos financeiros. Com essa tecnologia, você pode cortar investimentos em hardwares e instalações. Além disso, não haverá necessidade de imprimir documentos para ficarem salvos em locais seguros ou ao alcance de todos. 

Essa é a deixa perfeita para a segunda contenção: tempo. Com os arquivos centralizados, o acesso se torna mais fácil e remoto, já que poderá ser aberto de qualquer lugar. Você não precisa esperar o momento de abrir uma pasta física ou chegar o horário comercial do dia seguinte para resolver seu problema. 

O cloud computing também traz altas possibilidades de elasticidade. Nessa tecnologia, isso representa a capacidade de se adaptar. Com isso, as nuvens podem ser personalizadas de acordo com as necessidades da sua empresa, tanto no que se refere ao processamento, quanto à capacidade de armazenamento. Tudo isso é feito de maneira autônoma, portanto, mudanças no modelo de trabalho são facilmente resolvidas pelo sistema. 

Por fim, vale destacar a segurança. Os servidores mais modernos oferecem avançada tecnologia em criptografia, que é o processo de codificação para impedir que qualquer outro indivíduo ou sistema que não seja o destinatário tenha acesso. Com o armazenamento em cloud computing, você conta com sistemas diferenciados de backup, que garantem que os arquivos não se perderão em casos de panes em computadores ou outros equipamentos físicos. 

 

Cloud computing: conheça os tipos

A computação em nuvem já está inserida em diversas ferramentas que fazem parte da nossa rotina. Spotify, Netflix, Dropbox e Google Drive são alguns exemplos de funcionalidades que salvam as informações em nuvens. No entanto, existem diferentes formas de armazenamento. O cloud computing é dividido em três categorias: pública, privada e híbrida. Não existe regra sobre qual é o melhor tipo, tudo depende da necessidade da sua organização.

Na cloud pública, os usuários usufruem dos mesmos recursos e dispositivos, já que a modalidade é ofertada por um prestador de serviço que oferece soluções padronizadas e mais baratas. Apesar do que o nome sugere, “pública” não representa que seus arquivos poderão ser acessados por qualquer um. 

Na cloud privada, o serviço é exclusivo e personalizado para sua empresa. Os softwares são mantidos em uma rede privada e são desenvolvidos exclusivamente para uma organização, o que garante que as suas necessidades de tecnologia estarão sendo todas atendidas. O serviço é utilizado por governos e multinacionais, que precisam de maior segurança para proteger dados confidenciais. 

Por fim, a nuvem híbrida é o melhor dos dois mundos. Ela associa características tanto da cloud privada, quanto da cloud pública, de acordo com as necessidades da empresa. Você pode escolher salvar alguns dados mais sigilosos na nuvem privada, enquanto os que precisam ser acessados por um grande gama de pessoas, fica disponível na pública. 

 

Cloud computing e Città Telecom

Visando sempre ser o braço direito das empresas da região, a Città Telecom anuncia os novos serviços de Cloud Computing: Città Mail, que oferece grande capacidade e segurança de armazenamento de mensagens para sua empresa; Città Box, que permite armazenar na nuvem os arquivos mais importante e Città Exchange, um e-mail empresarial com domínio próprio. 

A Città Telecom possui fibra até o data center da Equinix, uma das maiores provedoras mundiais de data center IBX e colocation. Essa parceria garante conexão direta com diversas nuvens. além de acesso mais rápido para os nossos usuários e utilização diferenciada nos principais provedores de conteúdo. 

Com os nossos serviços de Cloud computing, você tem acesso a backup online, hospedagem compartilhada SSD e licença de servidor. Para mais informações, converse com a gente no telefone 3400-5000.

 

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A lista de unicórnios brasileiros, startups com valor de mercado acima de 1 bilhão de dólares, ganhou 5 novos nomes apenas em 2019. Descubra!

Unicórnios brasileiros: essa seleta lista ganhou cinco novos integrantes apenas em 2019! Diz a mitologia que um unicórnio é um animal extremamente semelhante a um cavalo, porém, com um chifre branco em forma de espiral. Nas representações mais românticas, ele é um bichinho fofo com cores de arco-íris e que espalha purpurina em cada salteada. No mundo dos negócios, um unicórnio é “apenas” uma startup bilionária. 

 

Unicórnios brasileiros: uma pequena revisão histórica

Pode ser considerada uma “startup” qualquer empresa iniciante com uma proposta inovadora e um meio de financiamento alternativo. Alguns especialistas colocam como pré-requisito custos baixos de manutenção e rápida expectativa de crescimento. Outro forte diferencial é a capacidade de ser “repetível”. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), trata-se de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente

Já para se tornar um unicórnio, basta um pré-requisito básico: atingir US$ 1 bilhão de valor de mercado sem capital aberto em bolsa, ou seja, sem vender ações para o grande público. Diga-se de passagem, existe uma longa discussão se capital em bolsas de valores deveria ser requisito para considerar unicórnio, mas esse não é o propósito do artigo. 

Segundo relatório da CB Insights, divulgado em setembro de 2019, existem 393 startups unicórnios ao redor do mundo. Entre os nomes mais populares da lista, estão Uber e o Airbnb. A Bytedance, responsável pela fundação do videomaker TikTok, é a campeã no ranking de unicórnios mais valiosos do mundo, totalizando US$ 75 bilhões em investimentos. 

A responsável por batizar de unicórnio as startups bilionárias foi Aileen Lee, investidora de capital de risco e fundadora da Cowboy Ventures, uma empresa que apoia financeiramente negócios iniciais com propostas revolucionárias. O nome, ela defende, se deve ao fato de que é muito difícil uma empresa desse modelo de negócio alcançar proporções tão grandes. Porém, no Brasil, tem sido mais fácil encontrar startups bilionárias que cavalos de chifre.

Atualmente, doze startups brasileiras detém o título de unicórnio. Apenas dois anos separam a “coroação” da primeira e da última. A pioneira foi o aplicativo de transporte 99, que recebeu o título de unicórnio em janeiro de 2018. Entre os outros unicórnios brasileiros, estão Arco Educação, iFood, Nubank, PagSeguro e Stone. 

Mesmo que seja um número singelo diante dos quase 400 unicórnios mundiais, uma adição de seis empresas em menos de um ano mostra que o mercado brasileiro está aquecido para a ideia de abrigar mais startups bilionárias. Esse artigo destaca as empresas que se tornaram unicórnios brasileiros em 2019 e a que já conseguiu a honraria nos primeiros dias de 2020.

 

Unicórnios brasileiros: as startups que se tornaram bilionárias em 2019 

Loggi

Em junho, a startup paulista recebeu uma rodada de investimentos de US$ 150 milhões do grupo japonês SoftBank, que visava alçar negócios e iniciativas na América Latina. A Loggi trabalha no ramo de entregas. Através da plataforma, entregadores se conectam a pessoas ou empresas que precisam de motofretistas para levar alguma mercadoria a um destinatário. Empresas como McDonald’s e Mercado Livre trabalham em parceria com a startup em diversas cidades. 

Gympass

O aplicativo originário de Minas Gerais se tornou mais um dos unicórnios brasileiros uma semana depois da Loggi, graças à mesma rodada de investimentos do SoftBank, que injetou 300 milhões de dólares na iniciativa. Com a assinatura do Gympass, o usuário tem acesso a serviços em diversas academias pagando apenas o valor da diária ou da mensalidade ao aplicativo. Já são mais de 18 mil academias conveniadas e mais de 700 modalidades oferecidas. 

QuintoAndar

Em setembro, a empresa de aluguel foi mais uma startup que se tornou um dos unicórnios brasileiros graças à rodada de investimento do SoftBank. Foram 250 milhões de dólares injetados em parceria com o fundo de investimentos americano Dragoneer. No QuintoAndar, os aluguéis de imóveis são facilitados porque a presença de fiador ou caução não é obrigatória. O usuário pode alugar casas, apartamentos, kitnets e estúdios. 

Ebanx

Em outubro, foi a vez da empresa que processa pagamentos de outros unicórnios, como Airbnb e Uber, ganhar o título. A startup, fundada no Paraná, em 2012, conseguiu o valor de mercado de 1 bilhão de dólares graças ao investimento realizado pela FTV Capital, organização oriunda do Vale do Silício, nos Estados Unidos, uma das áreas mais importantes para o desenvolvimento de startups. O valor do aporte não foi divulgado. 

Wildlife

Em dezembro, a iniciativa recebeu uma rodada de investimentos liderada pelo fundo norte-americano Benchmark Capital, que rendeu US$ 60 milhões à empresa brasileira. A Wildlife desenvolve jogos gratuitos para smartphones. Ao total, o estúdio já lançou mais de 70 games inéditos. De acordo o InfoMoney, a empresa foi fundada com um investimento de US$ 100. 

 

Unicórnios brasileiros: a caçula do seleto grupo

Loft

No segundo dia do ano, o país ganhou o 12º membro da lista de unicórnios brasileiros. Eles alcançaram o feito graças a um aporte de US$ 175 milhões dos fundos Andreessen Horowitz, Fifth Wall Ventures e Vulcan Capital. A Loft atua no mercado imobiliário, comprando, reformando e revendendo apartamentos para valorizar o preço original. Com apenas de 16 meses de fundação, é a empresa brasileira que mais rápido se tornou um unicórnio. 

 

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Semana com 4 dias de trabalho: vantajoso ou uma grande tendência para acumular demandas? Descubra!

Semana com 4 dias de trabalho: vantajoso ou uma grande tendência para acumular demandas? É fato que, quando chega a sexta-feira, os funcionários já estão tão sobrecarregados com tudo que aconteceu nos dias anteriores que eles só pensam em “sextar”. Mas será que reduzir a carga horária resultaria em benefícios para a equipe e para o rendimento do trabalho?

É esse teste que diversas empresas importantes do mundo vêm realizando nos últimos tempos. Quais são os resultados? Os números apresentados compensam? Não atrapalha todo o cronograma da firma? Essa e muitas outras informações você acompanha neste artigo. Leia até o final e tire suas próprias conclusões! 

 

Semana com 4 dias: de onde vem essa história?

As primeiras projeções datam da primeira metade do século XX com os Estados Unidos afundados na Grande Depressão, uma crise econômica causada pela superprodução e que perdurou até a Segunda Guerra Mundial, dez anos depois. No período, o modelo de trabalho capitalista parecia fadado ao fracasso e uma das soluções pensadas foi uma redução da jornada. 

No entanto, a primeira implantação da metodologia que se tem documentado aparece em 1998, na França. A jornada de trabalho foi reduzida de 39 para 35 horas semanais como uma forma de reduzir o desemprego. Mais de 20 anos depois, a França vive uma nova discussão sobre um aumento considerável das horas trabalhadas que, atualmente, giram em torno de 36h mas o modelo implementado no fim do século XX ainda é considerado referência histórica. 

O caso de sucesso mais famoso da semana com 4 dias vem da Nova Zelândia. Entre março e abril de 2018, a companhia de planejamento imobiliário reduziu a jornada de 40 para 32 horas semanais. O resultado foi a diminuição do estresse em 7%, aumento de 5% na satisfação do trabalho e 24% dos funcionários afirmaram estar se sentindo melhor em relação à vida pessoal. Desde então, os cerca de 240 funcionários da empresa trabalham de segunda a quinta-feira. 

 

Semana com 4 dias: o caso de sucesso mais recente vem de uma grande empresa

Neste ano, os escritórios da Microsoft no Japão tiveram suas cargas horárias de trabalho reduzidas a quatro dias semanais sem nenhuma alteração na folha de pagamento. Durante todo o mês de agosto, os 2.280 funcionários da companhia puderam folgar às sextas-feiras. Os resultados da iniciativa foram divulgados à imprensa no começo de novembro. 

Segundo informações da empresa, os funcionários tiveram um aumento de 40% na produtividade em relação ao mesmo período do ano anterior. Este fator foi medido de acordo com o número de vendas de cada contratado. A Microsoft apontou que a medida também é sustentável, já que os gastos com papel e eletricidade reduziram em, respectivamente, 59% e 23% em relação a agosto do ano passado. 

Outra medida importante foi relacionada à tomada de decisões. Os e-mails, que podem demorar horas ou até dias para serem respondidos, foram substituídos internamente por um aplicativo de mensagens instantâneas. Já as reuniões, só aconteciam em casos de extrema importância. Mesmo assim, tinham hora pra começar e terminar: apenas 30 minutos cada. 

A iniciativa é parte do programa Work-Life Choice Challenge, que busca estimular um balanceamento entre vida pessoal e profissional. O projeto é de extrema importância no Japão, que sofre com constantes casos de “karoshi”. Trata-se da morte por excesso de trabalho. Com tanta pressão nas costas, os trabalhadores têm overdoses por abuso de medicamentos, sofrem maus súbitos ou chegam ao suicídio.  

 

Semana com 4 dias: vantagens e desvantagens

A principal vantagem do modelo é o aumento da produtividade. Com menor duração e a mesma carga de trabalho, perde-se menos tempo em pausas ou em reuniões improdutivas e aumenta o foco em entregar a demanda no período certo. Um dia a menos também pode resultar em mais espírito de equipe em seu time, já que gera um sentimento de cooperação para que todas as metas sejam cumpridas. 

No entanto, é um protótipo que pode gerar mais custos se não for implementado cuidadosamente. Se o modelo de trabalho não for repensado e adaptado para as 32 horas semanais, você pode precisar pagar por hora extra caso exceda o tempo ou necessitar contratar novos funcionários para dar conta da demanda. Por isso que, como qualquer novidade, a semana com 4 dias precisa ser longamente estudada dentro da sua empresa e do seu nicho em geral. 

 

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WhatsApp Business: quatro dicas para utilizar da forma correta.

WhatsApp Business: a versão empresarial do aplicativo de mensagens instantâneas que tem se tornado a principal forma de conversação entre cliente e organização. As dificuldades de comunicação estão entre as principais queixas de quem precisa tirar dúvidas ou reclamar sobre um produto e um serviço. Mas os laços estão cada vez mais estreitos graças a esta funcionalidade. 

No começo de 2018, o WhatsApp anunciou o lançamento de uma alternativa do aplicativo voltada para os negócios. O WhatsApp Business tem uma interface exclusiva para empresas, que prioriza uma maior dinâmica de venda e atendimento. A funcionalidade surgiu como a grande aposta do grupo Facebook no mercado de comunicação empresarial. No entanto, foi apenas a formalização de uma realidade. 

Segundo dados da Morning Consult, 4 de 5 empresas já utilizavam o WhatsApp para fins comerciais. As empresas que já utilizam o app de mensagens instantâneas puderam fazer migração para a versão comercial sem perda de mensagens e contatos. Em apenas um ano, o WhatsApp Business atingiu a marca de 5 milhões de empresas ativas no aplicativo. 

Além da comunicação, o aplicativo se tornou uma espécie de cartão de visita de um estabelecimento. Através dele, você pode divulgar local, horário de funcionamento e outras formas de contato. Mas você tem utilizado esse espaço de forma correta? Separamos aqui algumas dicas primordiais para ter um perfil de excelência e um contato primoroso com os clientes através do WhatsApp Business. Acompanhe! 

 

WhatsApp Business: comece com um manual de uso

Como serão feitos os cadastros dos números? Como será a linguagem utilizada? Formal? Informal? Como serão as saudações automáticas? Quais as respostas para as principais dúvidas? 

O contato humano é imprevisível, mas essas e muitas outras questões já podem estar definidas antes. Como os jornais impressos têm os manuais de redação, você deve desenvolver um manual com regras básicas de contato com seus clientes. Essa organização garante não apenas qualidade, mas um padrão no atendimento dentro das normas da sua empresa. A forma com que se conversa com o cliente deve ser um reflexo da missão, da visão e dos valores da sua marca.  

Mas lembre-se: criar um manual de atendimento não significa que ele deva ser completamente frio e engessado. O cliente valoriza o contato humano e, mesmo que ele não faça ideia com quem esteja falando, é importante perceber que não se trata de um robô. 

 

WhatsApp Business: envie conteúdo assertivo

Na hora de distribuir mensagens no WhatsApp Business, pense no valor do conteúdo para aquele público. Se sua empresa tem produtos segmentados para vários públicos específicos, não é de grande valia enviar promoções para o nicho que não se interessa por essa fatia do seu negócio. 

E mensagens demais de empresas podem encher o saco do cliente e afastá-lo do seu negócio. Portanto, use e abuse da ferramenta de lista de transmissão e crie grupos específicos de compradores baseados nas experiências anteriores. 

Por fim, não faça spam! Apenas envie mensagens quando o cliente se cadastrou na sua lista de transmissão e deu autorização para o recebimento de novidades. Além de ser expressamente proibido nos termos de política do WhatsApp Business, o spam exclui qualquer possibilidade de aquele freguês em potencial querer fechar negócio com você. 

 

WhatsApp Business: tenha uma equipe 

Não é porque o “zap” é algo extremamente banal no nosso dia a dia que qualquer pessoa é capaz de realizar o gerenciamento de uma conta comercial. Se você está com condições de aumentar a equipe, contrate alguém especialmente para esta função. O ideal é contar com um funcionário que pense, também, as campanhas do WhatsApp Business.  

Mas se você ainda tem uma empresa de um “homem” só e realiza tudo sozinho, estude profundamente a ferramenta e as diversas possibilidades de comunicação que ele proporciona. Só não subestime o WhatsApp Business! 

 

WhatsApp Business: utilize os dados que o app fornece 

O WhatsApp Business entrega ao empreendedor uma série de medidores de desempenho que te ajudam na hora de mensurar o desempenho do seu negócio. Entre eles, estão a quantidade de clientes que recebem as mensagens, o número de pessoas que leem o que é enviado e a taxa de resposta. 

Essas informações são uma forma de reavaliar o atendimento ao público e ainda criar novas estratégias com base no comportamento da sua clientela. Você pode encontrar estes dados de forma bem fácil, no menu “Configurações” situado ao lado do botão de buscas. 

 

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Outbound Marketing: uma definição para as formas mais tradicionais de captação de clientes.

Outbound Marketing: uma definição para as formas mais tradicionais de captação de clientes. Afinal, são eles que elevam o nome da marca, repassam a ideia adiante e garantem um saldo positivo no fim do mês. Por essa razão, o especialista em mercadologia precisa pensar as mais variadas formas de conquistar o público alvo. 

Uma dessas maneiras é o Outbound Marketing. Apesar de o nome transparecer uma ideia de modernidade, esta estratégia é a mais tradicional do marketing. Trata-se de uma captação direta de fregueses. É o processo após a identificação do cliente em potencial, com o objetivo de torná-lo, de fato, um consumidor. 

O Outbound Marketing também é conhecido como prospecção ativa. Por isso, ele demanda uma equipe de vendedores muito bem treinada. Os exemplos mais famosos dessa prática são telemarketing, outdoors, publicações em jornais e revistas e veiculação em canais de rádio e TV. Se engana quem pensa que não chegou na internet! Propagandas em YouTube e anúncios de Google e Facebook também são práticas do Outbound Marketing. 

 

Outbound Marketing: a estratégia mais famosa

Uma das intervenções de Outbound Marketing na atualidade vem de Aaron Ross, gestor de vendas da Salesforce, que trabalha com software on demand. Ele repensou essa estratégia através de uma especialização na equipe de vendas. O especialista segmentou os vendedores, de acordo com seus perfis, para que cada um faça parte de uma etapa específica da compra. 

O objetivo era valorizar a potencialidade de cada funcionário e proporcionar uma experiência mais fluida para os clientes. Ao invés de vendedores sobrecarregados, ele dividiu a equipe entre Business Intelligence (busca por informações e soluções que ajudam nos negócios), hunters (quem realiza prospecção de clientes) e closers (responsáveis pelo fechamento da compra). Deu certo: em cerca de 4 anos, ele aumentou em 100 milhões o faturamento da Salesforce. 

 

Outbound Marketing: as vantagens e desvantagens 

Por ser menos intuitivo e mais agressivo, o Outbound Marketing traz um retorno financeiro de maneira mais rápida. O ciclo de vendas se torna mais enxuto porque ele visa te despertar interesse imediato no produto. Além disso, ele também gera resultados rápidos em análise de dados, o que te ajuda a obter informações primordiais para uma otimização de um produto ou serviço de forma rápida. 

O Outbound Marketing, por ser uma forma de prospecção mais tradicional, também conta com profissionais mais gabaritados à disposição. Ao contrário das funcionalidades do Inbound Marketing, que são recentes e ainda carecem de formação dentro das universidades, por exemplo, os especialistas em Outbound Marketing já estão no mercado há anos. 

Entre as desvantagens, a principal está relacionada aos gastos. Uma equipe enxuta e com vendedores e bem formados exige um aumento de investimento. Você precisa não apenas mantê-los, mas investir na otimização desses funcionários. Afinal, as demandas dos públicos se alteram com facilidade e em congruência com as transformações sociais. Além disso, as formas de divulgação citadas acima costumam também ter preços mais elevados e nem sempre são assertivas ao atingir as pessoas. 

 

Outbound Marketing x Inbound Marketing

A metáfora mais famosa para explicar a diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing vem do fundo do mar. Enquanto, no primeiro, você joga a isca esperando que o peixe morda, no segundo, você joga a rede direto. Explicando com termos mais técnicos: o “In” é uma tática de prospecção passiva, que tenta atrair clientes em potencial. Enquanto o “Out”, é ativa, que identifica o cliente em potencial e o aborda diretamente. 

Apesar de trazerem definições diferentes, investir em Outbound Marketing não significa que você não possa aplicar o “rival” também. A principal integração entre os dois está na geração de leads, a ação que indica que existe interesse em consumir o seu produto. Um lead gerado através de um artigo bem estruturado já exclui a etapa de dúvidas sobre um serviço, por exemplo, e a compra acaba por ser concluída de forma mais rápida. 

Outro exemplo de interação através dos leads são os dados adquiridos através do Inbound, como nome, telefone e e-mail. Essas informações podem gerar oportunidades para o time de vendas, dependendo da estratégia que sua empresa adote. Para entender mais sobre Inbound Marketing, acesse o nosso artigo da semana passada CLICANDO AQUI

 

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Descubra as principais vantagens do Inbound Marketing!

Inbound Marketing: a estratégia de atração de clientes que é pra lá de orgulhosa! Com a adesão cada vez maior da internet nas nossas vidas, temos acessos a milhares de conteúdos em tempo real. A tendência é buscar soluções mais rápidas e aprimoramentos (gratuitos!) que nos agreguem verdadeiramente. Isso tornou evidente que utilizar mecanismos de persuasão apenas para vender um produto era insuficiente. O cliente moderno precisa de mais! 

É nesse contexto que surge o conceito de Inbound Marketing. Esta ideia se define em criar e compartilhar conteúdo para o público alvo da sua marca. Assim, você vende não apenas um produto ou um serviço, mas vende uma ideia. A iniciativa ajuda o fortalecimento da empresa porque explicita uma expertise naquele assunto e cria um laço de identificação com o cliente. 

Também chamado de Marketing de Atração, o Inbound Marketing é conhecido como uma estratégia de marketing “orgulhosa” porque ela pede que você não corra insistentemente atrás do cliente em potencial. O conceito rejeita a postura agressiva de convencer a comprar; ele preza que você o ganhe através da relevância da informação que você fornece. 

Por essa razão, o Marketing de Conteúdo é o principal investimento que sua empresa deve fazer para colocar o Inbound Marketing em funcionamento. Posts em redes sociais e artigos em blogs deixam de ser apenas entretenimento e faixa bônus para se transformarem em estratégias de venda e fidelização de clientes. 

 

Inbound Marketing: quais as principais vantagens?

O principal benefício do Inbound Marketing é a credibilidade. Os temas, é claro, precisam estar relacionados ao produto ou serviço que você fornece. Com conteúdo útil, sua marca ganha uma espécie de “permissão” dos clientes. Trata-se de “selo” de relevância, que te confere uma autoridade para tratar daquele assunto mais e mais vezes. Esta estratégia também te permite alcançar seu público alvo sem interferências, evitando desperdício de investimento em ações que nem sempre convertem diretamente no seu nicho. 

Mesmo que a abordagem para vendas não seja direta, o Inbound Marketing também pode gerar redução no tempo de uma compra. Afinal, se você convence seu cliente em potencial de que é especialista em um assunto, seu produto será o mais marcante e, dificilmente, ele irá dedicar mais tempo a procurar outras marcas 

Outra grande vantagem do Inbound Marketing é o custo reduzido, se comparado às estratégias mais tradicionais de divulgação, tanto offline, quanto online. Mesmo que você tenha que aumentar a equipe, você ainda sai no lucro porque algumas das principais ferramentas que viabilizam este conceito ‒ como o SEO ‒ apresentam bons resultados organicamente. 

 

Inbound Marketing: quais são as etapas do processo? 

Os especialistas defendem que o Inbound Marketing precisa ser feito em quatro partes essenciais. A primeira delas é atrair o público certo. E é aqui que entra o marketing de conteúdo. Produzindo pautas de relevância para blogs, sites, SEO e redes sociais, você filtra o cliente em potencial de maneira assertiva. 

Depois de garantir o acesso, o segundo processo é garantir a geração de leads. Para quem não sabe, trata-se de alguma ação que indica que existe interesse em consumir o seu produto. Pode ser através do preenchimento de um formulário ou uma call to action, por exemplo. Mas é a geração de leads que marca o início do relacionamento direto entre a marca e aquela pessoa, transformando um simples leitor em um cliente em potencial. 

Conteúdo relevante: check. Geração de leads: check. Agora, sim, você tem permissão para ser um pouquinho mais agressivo e transformar todo esse interesse em dinheiro. Uma das mais eficazes estratégias de vender com Inbound Marketing é o e-mail marketing. Ele permite uma comunicação direta e personalizada com o cliente, não é inconveniente ‒ como um telefonema pode ser, por exemplo — e ainda oferece a possibilidade de cancelamento daquele conteúdo. 

Com a venda realizada, vem a etapa mais promissora e mais importante de todo o processo de Inbound Marketing. Estamos falando da fidelização do cliente. Você pode saber mais aprofundadamente sobre o assunto LENDO ESTE ARTIGO AQUI. No entanto, já adiantamos: é esta etapa que sustentará sua marca por anos a fio. Além de sempre estar gerando dinheiro, o cliente fiel é aquele que recomenda seu produto para outras pessoas. O marketing está em constante evolução, mas o boca-boca nunca sairá de moda! 

 

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Postura corporal: pequenas correções podem trazer melhorias não apenas no seu trabalho, mas na sua qualidade de vida.

Postura corporal: pequenas correções podem trazer melhorias não apenas no seu trabalho, mas na sua qualidade de vida. No dia a dia, ficamos tão atribulados com as tarefas e com os prazos das demandas que esquecemos que precisamos demandar um pouco de atenção para nós mesmos. Isso envolve um policiamento quanto às nossas posturas. 

De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em 2017, a lombalgia foi o principal motivo de afastamentos do trabalho. Foram mais de 80 mil casos no Brasil. Essa doença causa dores fortes nas costas, podendo atingir até a região da coxa. Além de fatores como tabagismo e envelhecimento, o estresse e a carga pesada do trabalho também acarretam na doença. É a chamada lombalgia ocupacional. 

Como solução a esta problemática, especialistas sugerem o conceito de consciência corporal. O nome é autoexplicativo: é sobre conhecer o próprio corpo e identificar cada um dos movimentos. Existe um senso comum de que postura corporal envolve apenas a forma como nos portamos ao sentar ou ficar de pé. No entanto, uma postura ruim desequilibra todo o corpo. 

Por isso, é tão importante criarmos uma consciência sobre nosso comportamento corporal no local onde passamos a maior parte do dia: nosso trabalho. Geralmente, ficamos a todo tempo sentados em frente a um computador. Isso pode gerar alguns vícios e costumes que prejudicam a saúde das nossas vértebras. Porém, não é difícil se cuidar. Pequenas ações durante o expediente podem ajudar a reverter este quadro. 

 

Postura corporal, dica 1 – Coluna reta

Como o seu corpo está despojado enquanto você lê este artigo? Então, já aproveite para corrigir a postura neste exato momento! Quando estamos sentados em frente ao computador, costumamos inclinar o nosso tronco para frente, de forma a deixar o corpo em “modo de descanso”, como se estivéssemos ameaçando deitar. 

O modo mais recomendado é sentar com a coluna ereta. Assim, você ficará com as costas encostadas na cadeira e os dois pés colados ao chão. Com isso, você evita sobrecarga da região lombar e distribui o peso de forma proporcional entre todo o corpo. Lembre-se que é nesta posição que você ficará durante, pelo menos, oito horas. 

 

Postura corporal, dica 2 – Exercícios

Engana-se quem acha que aquecimento é só para quem lida com carregamento de peso. Com as pernas paradas, as mãos em constante movimento e os punhos debruçados sobre uma mesa de madeira, precisamos de exercícios que melhorem a circulação de sangue nesses membros. O recomendado é que, de 30 em 30 minutos, levantemos e andemos para movimentar as pernas e tirar os braços da mesmíssima posição. 

No entanto, em dias com demandas intensas, parar para movimentar o corpo pode ser difícil. Pensando nisso, em 2015, a BBC publicou um artigo com dicas de exercícios simples, que podem ser feitos sentados. Eles melhoram a disposição das pernas e ajudam a combater os efeitos de permanecer muito tempo sentado. Para acessar, basta clicar AQUI

 

Postura corporal, dica 3 – A posição dos objetos

A forma com que o computador e a cadeira estão dispostas em relação à mesa fazem toda diferença para a nossa postura corporal. A cadeira estará na altura ideal para você quando seu antebraço estiver apoiado sobre a mesa. 

Já o notebook, precisa estar em uma altura em que seus olhos se direcionem automaticamente para o meio do dispositivo. Caso ele esteja mais alto ou mais baixo, você precisará mover o pescoço para enxergar o tela, o que é prejudicial. O teclado precisa estar a uma distância que faça com que seus braços não fiquem encolhidos ao alcançar as teclas. 

 

Postura corporal, dica 4 – Cuidados básicos

Mesmo que a postura corporal no ambiente de trabalho seja a que a gente mais negligencie, nossa coluna também pede cuidados que podem ser realizados dentro de casa. 

Nada contribui mais para uma boa postura corporal como uma noite de sono bem dormida. Evite dormir de bruços. A forma mais recomendada é deitar de lado com um travesseiro entre os joelhos, além de um para apoiar a cabeça. Isso garante um alinhamento da coluna. 

Busque também realizar refeições equilibradas. Além de manter um peso ideal, o que evita a sobrecarga da coluna, você contribui para a nutrição dos ossos e das articulações do seu corpo.  

 

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Emojis: para além de uma nova forma de comunicação, uma maneira de identificação com o seu cliente.

Emojis: para além de uma nova forma de comunicação, uma maneira de identificação com o seu cliente. Desde os primórdios do SMS, passando pelos tempos do MSN, rede social de troca de mensagens instantâneas extinta em 2013, utilizamos formas alternativas à palavra para expressar virtualmente nossas emoções. Dos “bonequinhos de teclado” aos emoticons, estes símbolos são uma marca da comunicabilidade virtual.

Mas nenhum destes parece ter tido um impacto tão grande quanto os Emojis. A palavra é uma junção de termos da língua japonesa. “E” significa imagem e “Moji” representa letra. As imagens substituem as palavras na hora de expressar um estado de espírito. Em uma era onde gastamos cada vez menos tempo parados em uma tela, é preciso condensar a informação para que o receptor capte ela de maneira completa. Portanto, estes símbolos aparecem como uma solução a esta realidade.  

 

Emojis: algumas curiosidades

As primeiras representações dos Emojis como conhecemos hoje foram desenvolvidas entre 1998 e 1999. O responsável foi o designer de interface Shigetaka Kurita. Na época, ele trabalhava para a NTT DoCoMo, uma importante empresa de telefonia celular do Japão. Em 2010, a Apple integrou estes símbolos ao seu teclado. Pouco tempo depois, o Android também adotou a inovação. 

Cinco anos depois, em 2015, um Emoji foi eleito como a palavra do ano. Quem conferiu este título foi o Dicionário Oxford, o mais conceituado do mundo. Segundo a publicação, o bonequinho que representa alguém rindo até chorar foi o eleito porque foi a “palavra” que mais definiu “o clima e as preocupações” daquele ano. 

No Brasil, a adesão foi tão grande que já figuramos como destaque nas principais pesquisas sobre Emojis. Em 2015, um levantamento do SwiftKey revelou que nós utilizamos mais as carinhas felizes; optamos por elas em 45% das vezes. Uma análise mais recente divulgada pelo Google mostrou que os símbolos favoritos dos brasileiros são, respectivamente, o coração vermelho, os olhinhos com coração e os aplausos. 

 

Emojis: como utilizar na comunicação da sua empresa?

Para quem trabalha com a comunicação das empresas, o Emoji precisa ser entendido além de uma marca de informalidade, independente da área na qual você atua. Seja para representar emoções, expressões faciais ou até elementos da natureza, estes símbolos já se tornaram parte da nossa comunicação diária. Por isso, não podem ser ignorados.  

Segundo levantamento realizado pela Return Path, uma empresa americana de correio eletrônico, os Emojis podem aumentar em até 24% a taxa de leitura. Portanto, é uma garantia de que sua mensagem encherá os olhos do seu leitor. Afinal, são bem grandes as chances de seu cliente se identificar com um texto escrito de uma forma familiar, a mesma maneira com a qual ele se comunica com os amigos. 

Mas lembre-se: ainda não é uma conversa informal. Mesmo que a comunicação “conectada” privilegie a liberdade de expressão e a humanização, você está ali para vender ou resolver problemas.

Certas regras devem ser respeitadas. Primeiramente, você precisa conhecer bem o seu público interlocutor. Em posts, artigos, e-mail ou conversas privadas, os Emojis não podem ser aleatórios.  

Para começar, busque entender o significado de cada Emoji. Vira e mexe, nos deparamos com confusões na hora de escolher um símbolo. Foi o caso da atriz Camila Pitanga, que mandou para a própria equipe um Emoji que representa um xingamento, acreditando se tratar de um inocente dedo levantado. No site Emoji Terra, você encontra os significados de cada uma das carinhas. Basta clicar AQUI para acessar.

A escolha de cada símbolo precisa representar o seu cliente e, também, ser uma extensão da missão e dos valores da sua empresa. Uma dica para não entrar em apuros é criar uma lista, selecionando previamente quais Emojis podem ser utilizados e definindo em quais situações eles se encaixam perfeitamente. 

Opte por utilizar emojis para expressar emoções: uma carinha feliz ao início de uma conversação ou uma carinha triste ao manifestar tristeza por um cliente que relata uma experiência ruim. Um “bonequinho” desses pode te ajudar a desenvolver uma persona, que dialoga com o seu público e promove uma aproximação. Uma outra dica para deixar uma postagem visualmente interessante é utilizar os Emojis enquanto ícones. Utilize as setas para apontar lugares de clique ou links, por exemplo.

Por fim, não exagere na quantidade de carinhas. Os Emojis são um braço direito da sua comunicação. Eles aparecem para representar feições que só podem ser vistas pessoalmente. O objetivo não é ser um substituidor total das palavras. Além disso, uma postagem repleta de símbolos se torna poluída visualmente. Pega leve!

 

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O Brasil perde apenas para o Japão no ranking, um país onde os casos de suicídio por estresses trabalhistas são recorrentes. Por essa razão, queremos trazer algumas dicas bem básicas, mas que fazem toda a diferença para uma jornada de trabalho mais leve.

Jornada de trabalho: o lugar onde você passa mais tempo durante o dia não pode ser um local de angústias e perturbações. Segundo um estudo publicado em 2010 pela International Stress Management Association (ISMA), 69% dos profissionais brasileiros são impactados pelo estresse durante o ofício. O Brasil perde apenas para o Japão no ranking, um país onde os casos de suicídio por estresses trabalhistas são recorrentes.  

Se o trabalho dignifica o homem, uma carga horária nociva pode fazer o contrário. Os relacionamentos amorosos e familiares também são prejudicados, fora a saúde física do profissional. Entre 2005 e 2015, os casos de afastamento oriundos de doenças adquiridas na jornada de trabalho tiveram um crescimento de 25%. Os problemas mais comuns são lesão por esforço repetitivo (LER) e depressão. 

Por essa razão, queremos trazer algumas dicas bem básicas, mas que fazem toda a diferença para uma jornada de trabalho mais leve. É claro que existem momentos de exceção onde tudo foge do controle e é evidente que situações imprevisíveis causam esgotamento, mas até mesmo nesses momentos essas dicas podem ser aplicadas. Este artigo foi construído com base nas dicas de Bruce Daisley, psicólogo e neurocientista especializado em ambientes de trabalho. Acompanhe e coloque em prática! 

 

Interaja com seus colegas

De acordo com uma pesquisa do Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgada pela BBC, os escritórios mais criativos são aqueles onde mais se conversam. E por “conversar” não entenda apenas por trocar ideias de trabalho, mas também tirar alguns minutinhos para falar sobre futebol, música, política, família e qualquer outra afinidade que você possa vir a descobrir entre você e seus colegas. 

Além de uma pequena pausa, é importante ter com quem dividir os percalços da vida. E nada melhor do que alguém que, provavelmente, vive os mesmo dilemas que você. Para os empresários, o recomendado é que as empresas instalem uma salinha de café, por exemplo. Um local que influencie encontros rápidos, mas onde existam possibilidades de troca. 

 

Respeite seu horário de almoço

Não interessa se você precisa urgentemente terminar uma demanda. Por mais atrasada que ela esteja, o horário de almoço é um direito seu. Ele existe não apenas para cumprir uma demanda da legislação trabalhista, mas para que você descanse e se alimente. Afinal, é provado cientificamente que o estômago vazio diminui a concentração e afeta a produtividade. 

No entanto, existem pessoas que burlam essa recomendação e almoçam debruçados sobre seus computadores e finalizando algum trabalho. Fora as que escolhem trocar uma refeição completa por biscoitos ou sanduíches. Péssimas escolhas! 

Os lanchinhos, você pode deixar para comer no decorrer da manhã. Eles são importantes, também, para que você não chegue no almoço com uma fome avassaladora e acabe comendo em demasia. Isso também prejudica a continuidade do trabalho e causa sonolências. Mas sob nenhuma circunstância, almoce debruçado sobre a mesa de trabalho. Prejudica a experiência, a digestão e ainda coloca seus materiais de trabalho em risco. 

 

Entre em modo avião

Conversas paralelas, notificações que não param de chegar, gente te procurando para novas demandas… Tudo isso ocorre em um dia normal de trabalho, mas e naquele em que você tem um projeto urgente para entregar? É de tirar do sério. Esse tipo de interrupção em dias de deadline pode alarmar seus níveis de estresse. 

Por isso, em dias como este, opte por desligar todos os seus aparelhos e peça colaboração aos seus colegas, explicitando a importância de se entregar aquilo a tempo. Se puder, realize suas operações em algum ambiente isolado e silencioso da empresa. Ao fim, volte ao local habitual para interagir novamente com seus colegas. Se isolar para sempre não é uma opção! 

 

Respeite seu horário de saída

Você chegou para iniciar o seu trabalho na hora certa, correto? E por que, então, deveríamos “glamourizar” o fato de você trabalhar além da sua carga horária? Temos o costume de superestimar personalidades que abdicam de suas vidas em função do trabalho, mas o que pode funcionar para um, pode ser que não funcione para você. 

Trabalho excessivo pode prejudicar a sua saúde física e mental. Claro que existem exceções e dias em que as coisas fogem do controle, como citamos acima, e você precisará deixar o trabalho mais tarde que o usual. Entretanto, tenha na cabeça que esses momentos precisam ser devidamente recompensados posteriormente, seja financeiramente ou em forma de folga ou banco de horas. 

 

Se desligue

Cumpriu a sugestão anterior? Parabéns! Mas de nada adianta se você, de alguma forma, está levando trabalho para casa. E por “levar trabalho para casa”, não entenda apenas como levar alguma tarefa para terminar no conforto do seu lar.

Nos referimos também à presença digital forte do trabalho. Desligar as notificações de e-mail ou silenciar grupos de WhatsApp de trabalho por 8 horas são algumas das soluções para fazer com que você se desligue oficialmente do emprego nas suas horas de folga. 

 

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YouTube: muito além de um site de publicações de vídeos, uma crescente plataforma de marketing digital.

YouTube: muito além de um site de publicações de vídeos, uma crescente plataforma de marketing digital. Gosta de ouvir música? Procura tutorial de uma receita? Quer tirar dúvidas sobre algum conteúdo escolar? Ou apenas dar umas boas risadas? Há alguns anos, precisávamos de dispositivos físicos para ter acessos a todos esses conteúdos. Hoje, encontramos todos concentrados em um único local: o YouTube. 

 

YouTube: conheça um pouco mais da história

O site surgiu em 2005, nos Estados Unidos, pelos amigos Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Foi fundado quando eles perderam seus empregos na PayPal após a compra pelo eBay. Em apenas um ano, o YouTube se tornou um fenômeno. O site passou a chamar a atenção do Google, que monopolizava o mercado muito timidamente com o Google Vídeos.

Em 2006, a revista americana TIME elegeu “você” como a pessoa do ano. O feito era uma referência ao fato de pessoas normais agora poderem criar os próprios conteúdos e disponibilizar para o mundo inteiro. O site de buscas, então, comprou a plataforma de vídeos pela bagatela de 1,6 bilhão de dólares. 

No Brasil, a crescente do fenômeno YouTube é evidente. Não é preciso trazer dados aprofundados para comprovar isto. O Canal KondZilla, que publica diversos clipes de funk, está prestes a bater 50 milhões de inscritos e é o 9º canal mais popular do mundo. A cantora Marília Mendonça figura na lista das 10 artistas femininas mais visualizadas da plataforma, na frente de nomes como Madonna, Mariah Carey e Lady Gaga. No ano passado, mais de 800 canais do país já contavam com mais de 1 milhão de inscritos. 

Segundo a pesquisa Video Viewers, realizada pelo Google em parceria com o Instituto Provokers e com a Box 1824, o consumo de vídeos na internet cresceu 135% no Brasil nos últimos quatro anos. As horas semanais gastas assistindo a vídeos online já se aproxima da televisão; 19 horas contra quase 25.

 

YouTube: como posso posicionar minha marca?

Mesmo que o YouTube tenha 1 bilhão de usuários ativos, segundo dados do próprio site, existem mercados que são mais abrangentes em relação a ele. Como qualquer nova empreitada, você precisa estudar seu público-alvo e avaliar se ele está inserido nessa plataforma. Feito isso, defina o principal objetivo: vender ou apenas posicionar a marca? A vantagem é que ambos os propósitos podem ser atendidos com produção de vídeos para a página.  

O primeiro passo é definir uma linha editorial para o seu canal. O conteúdo precisa ser assertivo, atrativo, mas, principalmente, relevante para os clientes e de acordo com a proposta da empresa. A linguagem (o que transpassa também na forma de edição) precisa ser pensada, também, considerando o público-alvo. Uma escolha inteligente é que os vídeos sejam apresentados por uma pessoa e não apenas contendo imagens e narrações. Isso ajuda a criar uma identificação com os espectadores. 

O YouTube não tem que ser uma plataforma isolada das outras. Então, se sua empresa possui perfis nas demais redes sociais, utilize para divulgação dos vídeos. Se sua instituição possui mais verba, uma escolha prudente é fazer anúncios. A plataforma permite que você anuncie a produção do seu canal no início do vídeo de outro relacionado, tal qual uma propaganda. 

Mesmo com o anúncio, não deixe de otimizar o seu vídeo. Assim como no Google, o YouTube funciona com a adição de palavras chaves. Então, nomeie com um título atraente, mas que contenha este termo principal. Coloque-o também na descrição do vídeo e nas tags. Isso vai aumentar as chances de seu vídeo ser exibido em alguma busca. 

Um dos principais diferenciais do YouTube é a integração. O telespectador de um canal da internet se sente muito mais parte daquilo do que em relação à televisão. Por isso, esteja sempre atento aos feedbacks dos visualizadores. Mantenha uma interação. Leia e responda a maior parte de comentários que conseguir. Uma boa dica é fazer periodicamente vídeos respondendo dúvidas e destacando comentários dos inscritos. 

A princípio, não se preocupe com números de visualizações ou de inscritos, ainda mais se você não tem condições de patrocinar. Pense o YouTube como uma forma de mostrar domínio e conhecimento no mercado da sua empresa. Isso gera credibilidade! Seu foco principal precisa ser criar um conteúdo interessante para fidelizar esses espectadores e, num futuro bem próximo, transformar isso em venda. 

 

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