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Semana com 4 dias de trabalho: vantajoso ou uma grande tendência para acumular demandas? Descubra!

Semana com 4 dias de trabalho: vantajoso ou uma grande tendência para acumular demandas? É fato que, quando chega a sexta-feira, os funcionários já estão tão sobrecarregados com tudo que aconteceu nos dias anteriores que eles só pensam em “sextar”. Mas será que reduzir a carga horária resultaria em benefícios para a equipe e para o rendimento do trabalho?

É esse teste que diversas empresas importantes do mundo vêm realizando nos últimos tempos. Quais são os resultados? Os números apresentados compensam? Não atrapalha todo o cronograma da firma? Essa e muitas outras informações você acompanha neste artigo. Leia até o final e tire suas próprias conclusões! 

 

Semana com 4 dias: de onde vem essa história?

As primeiras projeções datam da primeira metade do século XX com os Estados Unidos afundados na Grande Depressão, uma crise econômica causada pela superprodução e que perdurou até a Segunda Guerra Mundial, dez anos depois. No período, o modelo de trabalho capitalista parecia fadado ao fracasso e uma das soluções pensadas foi uma redução da jornada. 

No entanto, a primeira implantação da metodologia que se tem documentado aparece em 1998, na França. A jornada de trabalho foi reduzida de 39 para 35 horas semanais como uma forma de reduzir o desemprego. Mais de 20 anos depois, a França vive uma nova discussão sobre um aumento considerável das horas trabalhadas que, atualmente, giram em torno de 36h mas o modelo implementado no fim do século XX ainda é considerado referência histórica. 

O caso de sucesso mais famoso da semana com 4 dias vem da Nova Zelândia. Entre março e abril de 2018, a companhia de planejamento imobiliário reduziu a jornada de 40 para 32 horas semanais. O resultado foi a diminuição do estresse em 7%, aumento de 5% na satisfação do trabalho e 24% dos funcionários afirmaram estar se sentindo melhor em relação à vida pessoal. Desde então, os cerca de 240 funcionários da empresa trabalham de segunda a quinta-feira. 

 

Semana com 4 dias: o caso de sucesso mais recente vem de uma grande empresa

Neste ano, os escritórios da Microsoft no Japão tiveram suas cargas horárias de trabalho reduzidas a quatro dias semanais sem nenhuma alteração na folha de pagamento. Durante todo o mês de agosto, os 2.280 funcionários da companhia puderam folgar às sextas-feiras. Os resultados da iniciativa foram divulgados à imprensa no começo de novembro. 

Segundo informações da empresa, os funcionários tiveram um aumento de 40% na produtividade em relação ao mesmo período do ano anterior. Este fator foi medido de acordo com o número de vendas de cada contratado. A Microsoft apontou que a medida também é sustentável, já que os gastos com papel e eletricidade reduziram em, respectivamente, 59% e 23% em relação a agosto do ano passado. 

Outra medida importante foi relacionada à tomada de decisões. Os e-mails, que podem demorar horas ou até dias para serem respondidos, foram substituídos internamente por um aplicativo de mensagens instantâneas. Já as reuniões, só aconteciam em casos de extrema importância. Mesmo assim, tinham hora pra começar e terminar: apenas 30 minutos cada. 

A iniciativa é parte do programa Work-Life Choice Challenge, que busca estimular um balanceamento entre vida pessoal e profissional. O projeto é de extrema importância no Japão, que sofre com constantes casos de “karoshi”. Trata-se da morte por excesso de trabalho. Com tanta pressão nas costas, os trabalhadores têm overdoses por abuso de medicamentos, sofrem maus súbitos ou chegam ao suicídio.  

 

Semana com 4 dias: vantagens e desvantagens

A principal vantagem do modelo é o aumento da produtividade. Com menor duração e a mesma carga de trabalho, perde-se menos tempo em pausas ou em reuniões improdutivas e aumenta o foco em entregar a demanda no período certo. Um dia a menos também pode resultar em mais espírito de equipe em seu time, já que gera um sentimento de cooperação para que todas as metas sejam cumpridas. 

No entanto, é um protótipo que pode gerar mais custos se não for implementado cuidadosamente. Se o modelo de trabalho não for repensado e adaptado para as 32 horas semanais, você pode precisar pagar por hora extra caso exceda o tempo ou necessitar contratar novos funcionários para dar conta da demanda. Por isso que, como qualquer novidade, a semana com 4 dias precisa ser longamente estudada dentro da sua empresa e do seu nicho em geral. 

 

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WhatsApp Business: quatro dicas para utilizar da forma correta.

WhatsApp Business: a versão empresarial do aplicativo de mensagens instantâneas que tem se tornado a principal forma de conversação entre cliente e organização. As dificuldades de comunicação estão entre as principais queixas de quem precisa tirar dúvidas ou reclamar sobre um produto e um serviço. Mas os laços estão cada vez mais estreitos graças a esta funcionalidade. 

No começo de 2018, o WhatsApp anunciou o lançamento de uma alternativa do aplicativo voltada para os negócios. O WhatsApp Business tem uma interface exclusiva para empresas, que prioriza uma maior dinâmica de venda e atendimento. A funcionalidade surgiu como a grande aposta do grupo Facebook no mercado de comunicação empresarial. No entanto, foi apenas a formalização de uma realidade. 

Segundo dados da Morning Consult, 4 de 5 empresas já utilizavam o WhatsApp para fins comerciais. As empresas que já utilizam o app de mensagens instantâneas puderam fazer migração para a versão comercial sem perda de mensagens e contatos. Em apenas um ano, o WhatsApp Business atingiu a marca de 5 milhões de empresas ativas no aplicativo. 

Além da comunicação, o aplicativo se tornou uma espécie de cartão de visita de um estabelecimento. Através dele, você pode divulgar local, horário de funcionamento e outras formas de contato. Mas você tem utilizado esse espaço de forma correta? Separamos aqui algumas dicas primordiais para ter um perfil de excelência e um contato primoroso com os clientes através do WhatsApp Business. Acompanhe! 

 

WhatsApp Business: comece com um manual de uso

Como serão feitos os cadastros dos números? Como será a linguagem utilizada? Formal? Informal? Como serão as saudações automáticas? Quais as respostas para as principais dúvidas? 

O contato humano é imprevisível, mas essas e muitas outras questões já podem estar definidas antes. Como os jornais impressos têm os manuais de redação, você deve desenvolver um manual com regras básicas de contato com seus clientes. Essa organização garante não apenas qualidade, mas um padrão no atendimento dentro das normas da sua empresa. A forma com que se conversa com o cliente deve ser um reflexo da missão, da visão e dos valores da sua marca.  

Mas lembre-se: criar um manual de atendimento não significa que ele deva ser completamente frio e engessado. O cliente valoriza o contato humano e, mesmo que ele não faça ideia com quem esteja falando, é importante perceber que não se trata de um robô. 

 

WhatsApp Business: envie conteúdo assertivo

Na hora de distribuir mensagens no WhatsApp Business, pense no valor do conteúdo para aquele público. Se sua empresa tem produtos segmentados para vários públicos específicos, não é de grande valia enviar promoções para o nicho que não se interessa por essa fatia do seu negócio. 

E mensagens demais de empresas podem encher o saco do cliente e afastá-lo do seu negócio. Portanto, use e abuse da ferramenta de lista de transmissão e crie grupos específicos de compradores baseados nas experiências anteriores. 

Por fim, não faça spam! Apenas envie mensagens quando o cliente se cadastrou na sua lista de transmissão e deu autorização para o recebimento de novidades. Além de ser expressamente proibido nos termos de política do WhatsApp Business, o spam exclui qualquer possibilidade de aquele freguês em potencial querer fechar negócio com você. 

 

WhatsApp Business: tenha uma equipe 

Não é porque o “zap” é algo extremamente banal no nosso dia a dia que qualquer pessoa é capaz de realizar o gerenciamento de uma conta comercial. Se você está com condições de aumentar a equipe, contrate alguém especialmente para esta função. O ideal é contar com um funcionário que pense, também, as campanhas do WhatsApp Business.  

Mas se você ainda tem uma empresa de um “homem” só e realiza tudo sozinho, estude profundamente a ferramenta e as diversas possibilidades de comunicação que ele proporciona. Só não subestime o WhatsApp Business! 

 

WhatsApp Business: utilize os dados que o app fornece 

O WhatsApp Business entrega ao empreendedor uma série de medidores de desempenho que te ajudam na hora de mensurar o desempenho do seu negócio. Entre eles, estão a quantidade de clientes que recebem as mensagens, o número de pessoas que leem o que é enviado e a taxa de resposta. 

Essas informações são uma forma de reavaliar o atendimento ao público e ainda criar novas estratégias com base no comportamento da sua clientela. Você pode encontrar estes dados de forma bem fácil, no menu “Configurações” situado ao lado do botão de buscas. 

 

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Outbound Marketing: uma definição para as formas mais tradicionais de captação de clientes.

Outbound Marketing: uma definição para as formas mais tradicionais de captação de clientes. Afinal, são eles que elevam o nome da marca, repassam a ideia adiante e garantem um saldo positivo no fim do mês. Por essa razão, o especialista em mercadologia precisa pensar as mais variadas formas de conquistar o público alvo. 

Uma dessas maneiras é o Outbound Marketing. Apesar de o nome transparecer uma ideia de modernidade, esta estratégia é a mais tradicional do marketing. Trata-se de uma captação direta de fregueses. É o processo após a identificação do cliente em potencial, com o objetivo de torná-lo, de fato, um consumidor. 

O Outbound Marketing também é conhecido como prospecção ativa. Por isso, ele demanda uma equipe de vendedores muito bem treinada. Os exemplos mais famosos dessa prática são telemarketing, outdoors, publicações em jornais e revistas e veiculação em canais de rádio e TV. Se engana quem pensa que não chegou na internet! Propagandas em YouTube e anúncios de Google e Facebook também são práticas do Outbound Marketing. 

 

Outbound Marketing: a estratégia mais famosa

Uma das intervenções de Outbound Marketing na atualidade vem de Aaron Ross, gestor de vendas da Salesforce, que trabalha com software on demand. Ele repensou essa estratégia através de uma especialização na equipe de vendas. O especialista segmentou os vendedores, de acordo com seus perfis, para que cada um faça parte de uma etapa específica da compra. 

O objetivo era valorizar a potencialidade de cada funcionário e proporcionar uma experiência mais fluida para os clientes. Ao invés de vendedores sobrecarregados, ele dividiu a equipe entre Business Intelligence (busca por informações e soluções que ajudam nos negócios), hunters (quem realiza prospecção de clientes) e closers (responsáveis pelo fechamento da compra). Deu certo: em cerca de 4 anos, ele aumentou em 100 milhões o faturamento da Salesforce. 

 

Outbound Marketing: as vantagens e desvantagens 

Por ser menos intuitivo e mais agressivo, o Outbound Marketing traz um retorno financeiro de maneira mais rápida. O ciclo de vendas se torna mais enxuto porque ele visa te despertar interesse imediato no produto. Além disso, ele também gera resultados rápidos em análise de dados, o que te ajuda a obter informações primordiais para uma otimização de um produto ou serviço de forma rápida. 

O Outbound Marketing, por ser uma forma de prospecção mais tradicional, também conta com profissionais mais gabaritados à disposição. Ao contrário das funcionalidades do Inbound Marketing, que são recentes e ainda carecem de formação dentro das universidades, por exemplo, os especialistas em Outbound Marketing já estão no mercado há anos. 

Entre as desvantagens, a principal está relacionada aos gastos. Uma equipe enxuta e com vendedores e bem formados exige um aumento de investimento. Você precisa não apenas mantê-los, mas investir na otimização desses funcionários. Afinal, as demandas dos públicos se alteram com facilidade e em congruência com as transformações sociais. Além disso, as formas de divulgação citadas acima costumam também ter preços mais elevados e nem sempre são assertivas ao atingir as pessoas. 

 

Outbound Marketing x Inbound Marketing

A metáfora mais famosa para explicar a diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing vem do fundo do mar. Enquanto, no primeiro, você joga a isca esperando que o peixe morda, no segundo, você joga a rede direto. Explicando com termos mais técnicos: o “In” é uma tática de prospecção passiva, que tenta atrair clientes em potencial. Enquanto o “Out”, é ativa, que identifica o cliente em potencial e o aborda diretamente. 

Apesar de trazerem definições diferentes, investir em Outbound Marketing não significa que você não possa aplicar o “rival” também. A principal integração entre os dois está na geração de leads, a ação que indica que existe interesse em consumir o seu produto. Um lead gerado através de um artigo bem estruturado já exclui a etapa de dúvidas sobre um serviço, por exemplo, e a compra acaba por ser concluída de forma mais rápida. 

Outro exemplo de interação através dos leads são os dados adquiridos através do Inbound, como nome, telefone e e-mail. Essas informações podem gerar oportunidades para o time de vendas, dependendo da estratégia que sua empresa adote. Para entender mais sobre Inbound Marketing, acesse o nosso artigo da semana passada CLICANDO AQUI

 

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Descubra as principais vantagens do Inbound Marketing!

Inbound Marketing: a estratégia de atração de clientes que é pra lá de orgulhosa! Com a adesão cada vez maior da internet nas nossas vidas, temos acessos a milhares de conteúdos em tempo real. A tendência é buscar soluções mais rápidas e aprimoramentos (gratuitos!) que nos agreguem verdadeiramente. Isso tornou evidente que utilizar mecanismos de persuasão apenas para vender um produto era insuficiente. O cliente moderno precisa de mais! 

É nesse contexto que surge o conceito de Inbound Marketing. Esta ideia se define em criar e compartilhar conteúdo para o público alvo da sua marca. Assim, você vende não apenas um produto ou um serviço, mas vende uma ideia. A iniciativa ajuda o fortalecimento da empresa porque explicita uma expertise naquele assunto e cria um laço de identificação com o cliente. 

Também chamado de Marketing de Atração, o Inbound Marketing é conhecido como uma estratégia de marketing “orgulhosa” porque ela pede que você não corra insistentemente atrás do cliente em potencial. O conceito rejeita a postura agressiva de convencer a comprar; ele preza que você o ganhe através da relevância da informação que você fornece. 

Por essa razão, o Marketing de Conteúdo é o principal investimento que sua empresa deve fazer para colocar o Inbound Marketing em funcionamento. Posts em redes sociais e artigos em blogs deixam de ser apenas entretenimento e faixa bônus para se transformarem em estratégias de venda e fidelização de clientes. 

 

Inbound Marketing: quais as principais vantagens?

O principal benefício do Inbound Marketing é a credibilidade. Os temas, é claro, precisam estar relacionados ao produto ou serviço que você fornece. Com conteúdo útil, sua marca ganha uma espécie de “permissão” dos clientes. Trata-se de “selo” de relevância, que te confere uma autoridade para tratar daquele assunto mais e mais vezes. Esta estratégia também te permite alcançar seu público alvo sem interferências, evitando desperdício de investimento em ações que nem sempre convertem diretamente no seu nicho. 

Mesmo que a abordagem para vendas não seja direta, o Inbound Marketing também pode gerar redução no tempo de uma compra. Afinal, se você convence seu cliente em potencial de que é especialista em um assunto, seu produto será o mais marcante e, dificilmente, ele irá dedicar mais tempo a procurar outras marcas 

Outra grande vantagem do Inbound Marketing é o custo reduzido, se comparado às estratégias mais tradicionais de divulgação, tanto offline, quanto online. Mesmo que você tenha que aumentar a equipe, você ainda sai no lucro porque algumas das principais ferramentas que viabilizam este conceito ‒ como o SEO ‒ apresentam bons resultados organicamente. 

 

Inbound Marketing: quais são as etapas do processo? 

Os especialistas defendem que o Inbound Marketing precisa ser feito em quatro partes essenciais. A primeira delas é atrair o público certo. E é aqui que entra o marketing de conteúdo. Produzindo pautas de relevância para blogs, sites, SEO e redes sociais, você filtra o cliente em potencial de maneira assertiva. 

Depois de garantir o acesso, o segundo processo é garantir a geração de leads. Para quem não sabe, trata-se de alguma ação que indica que existe interesse em consumir o seu produto. Pode ser através do preenchimento de um formulário ou uma call to action, por exemplo. Mas é a geração de leads que marca o início do relacionamento direto entre a marca e aquela pessoa, transformando um simples leitor em um cliente em potencial. 

Conteúdo relevante: check. Geração de leads: check. Agora, sim, você tem permissão para ser um pouquinho mais agressivo e transformar todo esse interesse em dinheiro. Uma das mais eficazes estratégias de vender com Inbound Marketing é o e-mail marketing. Ele permite uma comunicação direta e personalizada com o cliente, não é inconveniente ‒ como um telefonema pode ser, por exemplo — e ainda oferece a possibilidade de cancelamento daquele conteúdo. 

Com a venda realizada, vem a etapa mais promissora e mais importante de todo o processo de Inbound Marketing. Estamos falando da fidelização do cliente. Você pode saber mais aprofundadamente sobre o assunto LENDO ESTE ARTIGO AQUI. No entanto, já adiantamos: é esta etapa que sustentará sua marca por anos a fio. Além de sempre estar gerando dinheiro, o cliente fiel é aquele que recomenda seu produto para outras pessoas. O marketing está em constante evolução, mas o boca-boca nunca sairá de moda! 

 

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Postura corporal: pequenas correções podem trazer melhorias não apenas no seu trabalho, mas na sua qualidade de vida.

Postura corporal: pequenas correções podem trazer melhorias não apenas no seu trabalho, mas na sua qualidade de vida. No dia a dia, ficamos tão atribulados com as tarefas e com os prazos das demandas que esquecemos que precisamos demandar um pouco de atenção para nós mesmos. Isso envolve um policiamento quanto às nossas posturas. 

De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em 2017, a lombalgia foi o principal motivo de afastamentos do trabalho. Foram mais de 80 mil casos no Brasil. Essa doença causa dores fortes nas costas, podendo atingir até a região da coxa. Além de fatores como tabagismo e envelhecimento, o estresse e a carga pesada do trabalho também acarretam na doença. É a chamada lombalgia ocupacional. 

Como solução a esta problemática, especialistas sugerem o conceito de consciência corporal. O nome é autoexplicativo: é sobre conhecer o próprio corpo e identificar cada um dos movimentos. Existe um senso comum de que postura corporal envolve apenas a forma como nos portamos ao sentar ou ficar de pé. No entanto, uma postura ruim desequilibra todo o corpo. 

Por isso, é tão importante criarmos uma consciência sobre nosso comportamento corporal no local onde passamos a maior parte do dia: nosso trabalho. Geralmente, ficamos a todo tempo sentados em frente a um computador. Isso pode gerar alguns vícios e costumes que prejudicam a saúde das nossas vértebras. Porém, não é difícil se cuidar. Pequenas ações durante o expediente podem ajudar a reverter este quadro. 

 

Postura corporal, dica 1 – Coluna reta

Como o seu corpo está despojado enquanto você lê este artigo? Então, já aproveite para corrigir a postura neste exato momento! Quando estamos sentados em frente ao computador, costumamos inclinar o nosso tronco para frente, de forma a deixar o corpo em “modo de descanso”, como se estivéssemos ameaçando deitar. 

O modo mais recomendado é sentar com a coluna ereta. Assim, você ficará com as costas encostadas na cadeira e os dois pés colados ao chão. Com isso, você evita sobrecarga da região lombar e distribui o peso de forma proporcional entre todo o corpo. Lembre-se que é nesta posição que você ficará durante, pelo menos, oito horas. 

 

Postura corporal, dica 2 – Exercícios

Engana-se quem acha que aquecimento é só para quem lida com carregamento de peso. Com as pernas paradas, as mãos em constante movimento e os punhos debruçados sobre uma mesa de madeira, precisamos de exercícios que melhorem a circulação de sangue nesses membros. O recomendado é que, de 30 em 30 minutos, levantemos e andemos para movimentar as pernas e tirar os braços da mesmíssima posição. 

No entanto, em dias com demandas intensas, parar para movimentar o corpo pode ser difícil. Pensando nisso, em 2015, a BBC publicou um artigo com dicas de exercícios simples, que podem ser feitos sentados. Eles melhoram a disposição das pernas e ajudam a combater os efeitos de permanecer muito tempo sentado. Para acessar, basta clicar AQUI

 

Postura corporal, dica 3 – A posição dos objetos

A forma com que o computador e a cadeira estão dispostas em relação à mesa fazem toda diferença para a nossa postura corporal. A cadeira estará na altura ideal para você quando seu antebraço estiver apoiado sobre a mesa. 

Já o notebook, precisa estar em uma altura em que seus olhos se direcionem automaticamente para o meio do dispositivo. Caso ele esteja mais alto ou mais baixo, você precisará mover o pescoço para enxergar o tela, o que é prejudicial. O teclado precisa estar a uma distância que faça com que seus braços não fiquem encolhidos ao alcançar as teclas. 

 

Postura corporal, dica 4 – Cuidados básicos

Mesmo que a postura corporal no ambiente de trabalho seja a que a gente mais negligencie, nossa coluna também pede cuidados que podem ser realizados dentro de casa. 

Nada contribui mais para uma boa postura corporal como uma noite de sono bem dormida. Evite dormir de bruços. A forma mais recomendada é deitar de lado com um travesseiro entre os joelhos, além de um para apoiar a cabeça. Isso garante um alinhamento da coluna. 

Busque também realizar refeições equilibradas. Além de manter um peso ideal, o que evita a sobrecarga da coluna, você contribui para a nutrição dos ossos e das articulações do seu corpo.  

 

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Emojis: para além de uma nova forma de comunicação, uma maneira de identificação com o seu cliente.

Emojis: para além de uma nova forma de comunicação, uma maneira de identificação com o seu cliente. Desde os primórdios do SMS, passando pelos tempos do MSN, rede social de troca de mensagens instantâneas extinta em 2013, utilizamos formas alternativas à palavra para expressar virtualmente nossas emoções. Dos “bonequinhos de teclado” aos emoticons, estes símbolos são uma marca da comunicabilidade virtual.

Mas nenhum destes parece ter tido um impacto tão grande quanto os Emojis. A palavra é uma junção de termos da língua japonesa. “E” significa imagem e “Moji” representa letra. As imagens substituem as palavras na hora de expressar um estado de espírito. Em uma era onde gastamos cada vez menos tempo parados em uma tela, é preciso condensar a informação para que o receptor capte ela de maneira completa. Portanto, estes símbolos aparecem como uma solução a esta realidade.  

 

Emojis: algumas curiosidades

As primeiras representações dos Emojis como conhecemos hoje foram desenvolvidas entre 1998 e 1999. O responsável foi o designer de interface Shigetaka Kurita. Na época, ele trabalhava para a NTT DoCoMo, uma importante empresa de telefonia celular do Japão. Em 2010, a Apple integrou estes símbolos ao seu teclado. Pouco tempo depois, o Android também adotou a inovação. 

Cinco anos depois, em 2015, um Emoji foi eleito como a palavra do ano. Quem conferiu este título foi o Dicionário Oxford, o mais conceituado do mundo. Segundo a publicação, o bonequinho que representa alguém rindo até chorar foi o eleito porque foi a “palavra” que mais definiu “o clima e as preocupações” daquele ano. 

No Brasil, a adesão foi tão grande que já figuramos como destaque nas principais pesquisas sobre Emojis. Em 2015, um levantamento do SwiftKey revelou que nós utilizamos mais as carinhas felizes; optamos por elas em 45% das vezes. Uma análise mais recente divulgada pelo Google mostrou que os símbolos favoritos dos brasileiros são, respectivamente, o coração vermelho, os olhinhos com coração e os aplausos. 

 

Emojis: como utilizar na comunicação da sua empresa?

Para quem trabalha com a comunicação das empresas, o Emoji precisa ser entendido além de uma marca de informalidade, independente da área na qual você atua. Seja para representar emoções, expressões faciais ou até elementos da natureza, estes símbolos já se tornaram parte da nossa comunicação diária. Por isso, não podem ser ignorados.  

Segundo levantamento realizado pela Return Path, uma empresa americana de correio eletrônico, os Emojis podem aumentar em até 24% a taxa de leitura. Portanto, é uma garantia de que sua mensagem encherá os olhos do seu leitor. Afinal, são bem grandes as chances de seu cliente se identificar com um texto escrito de uma forma familiar, a mesma maneira com a qual ele se comunica com os amigos. 

Mas lembre-se: ainda não é uma conversa informal. Mesmo que a comunicação “conectada” privilegie a liberdade de expressão e a humanização, você está ali para vender ou resolver problemas.

Certas regras devem ser respeitadas. Primeiramente, você precisa conhecer bem o seu público interlocutor. Em posts, artigos, e-mail ou conversas privadas, os Emojis não podem ser aleatórios.  

Para começar, busque entender o significado de cada Emoji. Vira e mexe, nos deparamos com confusões na hora de escolher um símbolo. Foi o caso da atriz Camila Pitanga, que mandou para a própria equipe um Emoji que representa um xingamento, acreditando se tratar de um inocente dedo levantado. No site Emoji Terra, você encontra os significados de cada uma das carinhas. Basta clicar AQUI para acessar.

A escolha de cada símbolo precisa representar o seu cliente e, também, ser uma extensão da missão e dos valores da sua empresa. Uma dica para não entrar em apuros é criar uma lista, selecionando previamente quais Emojis podem ser utilizados e definindo em quais situações eles se encaixam perfeitamente. 

Opte por utilizar emojis para expressar emoções: uma carinha feliz ao início de uma conversação ou uma carinha triste ao manifestar tristeza por um cliente que relata uma experiência ruim. Um “bonequinho” desses pode te ajudar a desenvolver uma persona, que dialoga com o seu público e promove uma aproximação. Uma outra dica para deixar uma postagem visualmente interessante é utilizar os Emojis enquanto ícones. Utilize as setas para apontar lugares de clique ou links, por exemplo.

Por fim, não exagere na quantidade de carinhas. Os Emojis são um braço direito da sua comunicação. Eles aparecem para representar feições que só podem ser vistas pessoalmente. O objetivo não é ser um substituidor total das palavras. Além disso, uma postagem repleta de símbolos se torna poluída visualmente. Pega leve!

 

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O Brasil perde apenas para o Japão no ranking, um país onde os casos de suicídio por estresses trabalhistas são recorrentes. Por essa razão, queremos trazer algumas dicas bem básicas, mas que fazem toda a diferença para uma jornada de trabalho mais leve.

Jornada de trabalho: o lugar onde você passa mais tempo durante o dia não pode ser um local de angústias e perturbações. Segundo um estudo publicado em 2010 pela International Stress Management Association (ISMA), 69% dos profissionais brasileiros são impactados pelo estresse durante o ofício. O Brasil perde apenas para o Japão no ranking, um país onde os casos de suicídio por estresses trabalhistas são recorrentes.  

Se o trabalho dignifica o homem, uma carga horária nociva pode fazer o contrário. Os relacionamentos amorosos e familiares também são prejudicados, fora a saúde física do profissional. Entre 2005 e 2015, os casos de afastamento oriundos de doenças adquiridas na jornada de trabalho tiveram um crescimento de 25%. Os problemas mais comuns são lesão por esforço repetitivo (LER) e depressão. 

Por essa razão, queremos trazer algumas dicas bem básicas, mas que fazem toda a diferença para uma jornada de trabalho mais leve. É claro que existem momentos de exceção onde tudo foge do controle e é evidente que situações imprevisíveis causam esgotamento, mas até mesmo nesses momentos essas dicas podem ser aplicadas. Este artigo foi construído com base nas dicas de Bruce Daisley, psicólogo e neurocientista especializado em ambientes de trabalho. Acompanhe e coloque em prática! 

 

Interaja com seus colegas

De acordo com uma pesquisa do Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgada pela BBC, os escritórios mais criativos são aqueles onde mais se conversam. E por “conversar” não entenda apenas por trocar ideias de trabalho, mas também tirar alguns minutinhos para falar sobre futebol, música, política, família e qualquer outra afinidade que você possa vir a descobrir entre você e seus colegas. 

Além de uma pequena pausa, é importante ter com quem dividir os percalços da vida. E nada melhor do que alguém que, provavelmente, vive os mesmo dilemas que você. Para os empresários, o recomendado é que as empresas instalem uma salinha de café, por exemplo. Um local que influencie encontros rápidos, mas onde existam possibilidades de troca. 

 

Respeite seu horário de almoço

Não interessa se você precisa urgentemente terminar uma demanda. Por mais atrasada que ela esteja, o horário de almoço é um direito seu. Ele existe não apenas para cumprir uma demanda da legislação trabalhista, mas para que você descanse e se alimente. Afinal, é provado cientificamente que o estômago vazio diminui a concentração e afeta a produtividade. 

No entanto, existem pessoas que burlam essa recomendação e almoçam debruçados sobre seus computadores e finalizando algum trabalho. Fora as que escolhem trocar uma refeição completa por biscoitos ou sanduíches. Péssimas escolhas! 

Os lanchinhos, você pode deixar para comer no decorrer da manhã. Eles são importantes, também, para que você não chegue no almoço com uma fome avassaladora e acabe comendo em demasia. Isso também prejudica a continuidade do trabalho e causa sonolências. Mas sob nenhuma circunstância, almoce debruçado sobre a mesa de trabalho. Prejudica a experiência, a digestão e ainda coloca seus materiais de trabalho em risco. 

 

Entre em modo avião

Conversas paralelas, notificações que não param de chegar, gente te procurando para novas demandas… Tudo isso ocorre em um dia normal de trabalho, mas e naquele em que você tem um projeto urgente para entregar? É de tirar do sério. Esse tipo de interrupção em dias de deadline pode alarmar seus níveis de estresse. 

Por isso, em dias como este, opte por desligar todos os seus aparelhos e peça colaboração aos seus colegas, explicitando a importância de se entregar aquilo a tempo. Se puder, realize suas operações em algum ambiente isolado e silencioso da empresa. Ao fim, volte ao local habitual para interagir novamente com seus colegas. Se isolar para sempre não é uma opção! 

 

Respeite seu horário de saída

Você chegou para iniciar o seu trabalho na hora certa, correto? E por que, então, deveríamos “glamourizar” o fato de você trabalhar além da sua carga horária? Temos o costume de superestimar personalidades que abdicam de suas vidas em função do trabalho, mas o que pode funcionar para um, pode ser que não funcione para você. 

Trabalho excessivo pode prejudicar a sua saúde física e mental. Claro que existem exceções e dias em que as coisas fogem do controle, como citamos acima, e você precisará deixar o trabalho mais tarde que o usual. Entretanto, tenha na cabeça que esses momentos precisam ser devidamente recompensados posteriormente, seja financeiramente ou em forma de folga ou banco de horas. 

 

Se desligue

Cumpriu a sugestão anterior? Parabéns! Mas de nada adianta se você, de alguma forma, está levando trabalho para casa. E por “levar trabalho para casa”, não entenda apenas como levar alguma tarefa para terminar no conforto do seu lar.

Nos referimos também à presença digital forte do trabalho. Desligar as notificações de e-mail ou silenciar grupos de WhatsApp de trabalho por 8 horas são algumas das soluções para fazer com que você se desligue oficialmente do emprego nas suas horas de folga. 

 

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YouTube: muito além de um site de publicações de vídeos, uma crescente plataforma de marketing digital.

YouTube: muito além de um site de publicações de vídeos, uma crescente plataforma de marketing digital. Gosta de ouvir música? Procura tutorial de uma receita? Quer tirar dúvidas sobre algum conteúdo escolar? Ou apenas dar umas boas risadas? Há alguns anos, precisávamos de dispositivos físicos para ter acessos a todos esses conteúdos. Hoje, encontramos todos concentrados em um único local: o YouTube. 

 

YouTube: conheça um pouco mais da história

O site surgiu em 2005, nos Estados Unidos, pelos amigos Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Foi fundado quando eles perderam seus empregos na PayPal após a compra pelo eBay. Em apenas um ano, o YouTube se tornou um fenômeno. O site passou a chamar a atenção do Google, que monopolizava o mercado muito timidamente com o Google Vídeos.

Em 2006, a revista americana TIME elegeu “você” como a pessoa do ano. O feito era uma referência ao fato de pessoas normais agora poderem criar os próprios conteúdos e disponibilizar para o mundo inteiro. O site de buscas, então, comprou a plataforma de vídeos pela bagatela de 1,6 bilhão de dólares. 

No Brasil, a crescente do fenômeno YouTube é evidente. Não é preciso trazer dados aprofundados para comprovar isto. O Canal KondZilla, que publica diversos clipes de funk, está prestes a bater 50 milhões de inscritos e é o 9º canal mais popular do mundo. A cantora Marília Mendonça figura na lista das 10 artistas femininas mais visualizadas da plataforma, na frente de nomes como Madonna, Mariah Carey e Lady Gaga. No ano passado, mais de 800 canais do país já contavam com mais de 1 milhão de inscritos. 

Segundo a pesquisa Video Viewers, realizada pelo Google em parceria com o Instituto Provokers e com a Box 1824, o consumo de vídeos na internet cresceu 135% no Brasil nos últimos quatro anos. As horas semanais gastas assistindo a vídeos online já se aproxima da televisão; 19 horas contra quase 25.

 

YouTube: como posso posicionar minha marca?

Mesmo que o YouTube tenha 1 bilhão de usuários ativos, segundo dados do próprio site, existem mercados que são mais abrangentes em relação a ele. Como qualquer nova empreitada, você precisa estudar seu público-alvo e avaliar se ele está inserido nessa plataforma. Feito isso, defina o principal objetivo: vender ou apenas posicionar a marca? A vantagem é que ambos os propósitos podem ser atendidos com produção de vídeos para a página.  

O primeiro passo é definir uma linha editorial para o seu canal. O conteúdo precisa ser assertivo, atrativo, mas, principalmente, relevante para os clientes e de acordo com a proposta da empresa. A linguagem (o que transpassa também na forma de edição) precisa ser pensada, também, considerando o público-alvo. Uma escolha inteligente é que os vídeos sejam apresentados por uma pessoa e não apenas contendo imagens e narrações. Isso ajuda a criar uma identificação com os espectadores. 

O YouTube não tem que ser uma plataforma isolada das outras. Então, se sua empresa possui perfis nas demais redes sociais, utilize para divulgação dos vídeos. Se sua instituição possui mais verba, uma escolha prudente é fazer anúncios. A plataforma permite que você anuncie a produção do seu canal no início do vídeo de outro relacionado, tal qual uma propaganda. 

Mesmo com o anúncio, não deixe de otimizar o seu vídeo. Assim como no Google, o YouTube funciona com a adição de palavras chaves. Então, nomeie com um título atraente, mas que contenha este termo principal. Coloque-o também na descrição do vídeo e nas tags. Isso vai aumentar as chances de seu vídeo ser exibido em alguma busca. 

Um dos principais diferenciais do YouTube é a integração. O telespectador de um canal da internet se sente muito mais parte daquilo do que em relação à televisão. Por isso, esteja sempre atento aos feedbacks dos visualizadores. Mantenha uma interação. Leia e responda a maior parte de comentários que conseguir. Uma boa dica é fazer periodicamente vídeos respondendo dúvidas e destacando comentários dos inscritos. 

A princípio, não se preocupe com números de visualizações ou de inscritos, ainda mais se você não tem condições de patrocinar. Pense o YouTube como uma forma de mostrar domínio e conhecimento no mercado da sua empresa. Isso gera credibilidade! Seu foco principal precisa ser criar um conteúdo interessante para fidelizar esses espectadores e, num futuro bem próximo, transformar isso em venda. 

 

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Você acredita em amor à primeira vista? E em primeira impressão? Parecem conceitos clichês, mas pensá-los fazem toda diferença para quem busca fidelização. A Prospecção de Clientes é um processo referente ao contato inicial com o seu cliente.

Prospecção de Clientes: um conceito que, se aplicado da forma correta, pode alavancar e muito as vendas da sua empresa. Você acredita em amor à primeira vista? E em primeira impressão? Parecem conceitos clichês, mas pensá-los fazem toda diferença para quem busca fidelização. A Prospecção de Clientes é um processo referente ao contato inicial com o seu cliente.

O principal objetivo objetivo é tratar a forma com que você aborda o seu público. Você deve buscar uma aproximação com seus clientes, estudando seus comportamentos e viabilizando a melhor forma de contato com eles. Seja por telefone ou via e-mail, a equação é proporcional: quanto melhor essa abordagem for feita, melhor serão os resultados das suas vendas.

No nosso último artigo, onde tratamos de Inteligência de Mercado, mencionamos frequentemente a importância de realizar uma prospecção de negócios bem feita. Por essa razão, resolvemos destrinchar um pouco mais desta modalidade nesta matéria. Para realizar uma Prospecção de Clientes de forma assertiva, acompanhe atentamente todas as dicas a seguir!

 

Prospecção de Clientes: conheça o seu público-alvo e o trate como tal

O sonho de todo empresário é colocar no mercado um produto universal, que consiga atingir a todos os gêneros e faixas etárias. Isso, claro, aumentaria suas oportunidades de vendas. Mas a verdade é que vivemos um sistema muito bem segmento e todo item tem, sim, um público-alvo bem definido.

O primeiro passo é estudá-lo e defini-lo de forma minuciosa. Afinal, oferecer algo para quem não tem interesse em adquiri-lo é apenas perda de tempo e dinheiro. Por isso, realize um apanhado aprofundado também do mercado em que sua empreitada está inserida. Com isso, você pode entender as oportunidades de negócios, as previsões positivas e negativas e como os concorrentes estão posicionados (Olha a Inteligência de Mercado aí novamente!).

Um pouco de “pesquisa de campo” também é importante. Aproveite o processo para visitar feiras e eventos relacionados ao nicho da sua empresa. Além de ser importante para entender a situação do mercado e ir de encontro ao público para entender as necessidades, é uma excelente oportunidade de fazer um networking e posicionar a sua marca.

Com todas essas informações em mãos, você já pode começar a definir a abordagem. Essa é a parte mais importante de todo o processo de Prospecção de Clientes. Por essa razão, este primeiro tópico é pré-requisito obrigatório para cumprir as demandas seguintes!

 

Prospecção de Clientes: a internet pode ser sua aliada

Durante muito tempo, a prospecção de clientes foi realizada prioritariamente por telefone ou e-mail. Quem nunca recebeu aquela ligação de DDD 11 ou então, se deparou com a caixa de spam lotada, não é mesmo? Agora, as redes sociais se mostram como elemento essencial para o processo. Primeiramente, defina qual (ou quais) será sua rede social de foco. Se você tem serviços empresariais para vender, priorize o LinkedIn. Se o seu produto é voltado para o entretenimento, o Facebook pode ser a melhor pedida.

Outra sugestão são blogs de conteúdo, como esse aqui que você está acessando neste momento. É uma forma de estreitar o relacionamento com público, oferecendo dicas que têm impacto no dia a dia e mostrando expertises em várias áreas. Anúncios pagos também podem ser uma solução muito eficaz. Eles permitem uma segmentação bem específica que prioriza dados importantes do seu público-alvo.

Lembre-se de que é importante criar uma experiência personalizada para o cliente. Portanto, não coloque robôs para realizar os contatos nas redes sociais ― e nem para encher os comentários de fotos alheias em busca de seguidores. Eles podem até adiantar algumas questões iniciais, mas escale uma pessoa para que a conversa seja fluida e promissora.

 

Prospecção de Clientes: considerações finais

O método é parte essencial do planejamento de vendas. Sem buscar criar uma identificação direta com o público, seu produto ou serviço, por melhor que seja, pode estar fadado ao fracasso. Afinal, são essas mesmas pessoas que são clientes assíduos em potencial e o melhor, ajudam a reforçar a qualidade da sua marca para outras pessoas. O boca a boca ainda é uma ação espontânea de suma importância!

Treine muito bem a sua equipe para uma abordagem rica em informações. Prepare um script, mas também pense em não deixar o contato muito robótico. Não tem escapatória: a maior saída para conciliar uma aproximação que seja natural e muito explicativa é contar com um funcionário que estude e conheça a fundo o produto ou serviço que está sendo oferecido.

Por fim, vale reforçar que a Prospecção de Clientes tem como objetivo final a venda, mas não é apenas sobre isso. O principal foco do processo é conhecer o cliente em potencial e criar um relacionamento com ele. Portanto, nada de posturas “agressivas”. A compra vai surgir se esse primeiro passo for respeitado.

 

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Conhecer perfeitamente cada setor da sua empresa é o primeiro passo para o sucesso de qualquer nova empreitada. Mas, hoje, vamos falar de um processo que pede que você mantenha os dois olhos abertos na concorrência.

Inteligência de Mercado: um olho no peixe e outro no gato… Nos nossos artigos, constantemente reforçamos a importância de manter atualizados os estudos sobre a sua empresa. Conhecer perfeitamente cada setor dela é o primeiro passo para o sucesso de qualquer nova empreitada. Mas, hoje, vamos falar de um processo que pede que você mantenha os dois olhos abertos na concorrência.

Trata-se da Inteligência de Mercado, conhecida também como Inteligência Competitiva ou Inteligência Comercial. De acordo com o artigo Competitive Intelligence through Data Mining Public Sources (Zanasi, 1998), este conceito pode ser entendido como a coleta, análise e aplicação éticas de informações, habilidades, metas e falhas dos concorrentes, considerando também o contexto mercadológico.

É preciso entender que, embora seja uma prática de olhar para o outro, o principal objetivo é aprender com os erros e acertos do adversários e, assim, tentar superá-lo ou pelo menos, chegar a resultados parecidos. A Inteligência de Mercado (não confundir com Inteligência Artificial) deve ser valorizada como um dos pilares de uma prospecção de negócios bem feita.

 

Inteligência de Mercado: comece pelo básico

Se você pensa que obter esses dados é algo muito complexo você está enganado. A melhor forma de ir atrás dessas informações é justamente coletando e analisando cuidadosamente aquilo que eles já fornecem ao grande público. E confessa: você já dá aquela stalkeada básica no concorrente de vez em quando.

Acesse o site, siga nas redes sociais, leia o blog (será que temos algum concorrente lendo isso neste momento?), visite aplicativos corporativos, como Linkedin, e esteja atento a todas as campanhas. Para uma análise aprofundada que te gere, de fato, dados relevantes, você precisa estar por dentro dos produtos, serviços, dos preços, dos elogios, das reclamações… Se sua memória for boa, guarde o slogan do concorrente também!

Não esqueça de fazer o mesmo processo no offline! Visite a loja, esteja à disposição dos vendedores para ser atendido e compre algo. Caso eles tenham atendimento por telefone, ligue também! O importante é receber toda a experiência que eles proporcionam e poder pontuar onde estão os acertos e os erros.

 

Inteligência de Mercado: sua empresa também precisa de atenção

Podemos dizer que a Inteligência de Mercado busca entender os comportamentos e as características de um consumidor de um nicho. Por essa razão, extrair dados da concorrência não é importante apenas para fins de comparação e entendimento de estratégias de mercado. É essencial, também, para você entender as ambições e necessidades do seu público.

Por isso que, além de estar em dia com as jogadas do adversário, você precisa estar por dentro do histórico da sua própria empresa. Dados como número de vendas, tipos de produto ou serviço mais requisitados, valor médio de compras e períodos de pico são essenciais para uma prospecção bem detalhada.

Opte por fazer download de softwares que realizam Gestão de Relacionamentos com o Cliente (CRM). Eles monitoram as interações com os clientes atuais e geram expectativas para os em potencial. Você pode recorrer a programas de gerenciamento de marketing, que extraem esses dados através de blogs e mídias sociais. Outra maneira bem fácil e gratuita é disponibilizar formulários online, como os do Google. Existem instituições que oferecem brindes em troca de responder ao questionário.

 

Inteligência de Mercado: conclusões

O processo deve ser pensado e dividido em quatro etapas essenciais. A primeira gira em torno de estudo e planejamento. Você precisa analisar todo o contexto, seja de um problema ou de um futuro projeto, para se ter noção de quais procedimentos e soluções buscar. A segunda consiste em conseguir as informações necessárias para, então, chegar nas duas últimas partes: gerar inteligência através desses dados e apresentá-los de forma lógica, de entendimento universal e aplicada.

Adicionar a Inteligência de Mercado aos seus processos não é tarefa complexa. No entanto, como qualquer novidade de uma marca, requer estudo sobre o contexto atual da empresa. Isso inclui finanças também. Afinal, dependendo do porte da sua firma, é um investimento que requer compras de softwares mais avançados e contratação de novo pessoal.

Vale reforçar que a Inteligência de Mercado não é sobre espionar o trabalho do concorrente de maneiras pouco ortodoxas, que invadam a confidencialidade do projeto e atrapalhem o andamento das demandas do adversário. Esse conceito é todo baseado nos princípios da ética e do respeito pelo serviço alheio. Jogar limpo é essencial!

 

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