Em 2018, os brasileiros passaram, em média, três horas por dia com o celular em mãos. O país aparece em 5º lugar no ranking de países que mais gastaram tempo utilizando o aparelho. Aqui, vão algumas dicas para desintoxicar desse "mal necessário" que se tornou o smartphone!

Vício em celular: já parou para calcular o quanto da sua vida você perder com a telinha brilhante na mão? O smartphone facilitou nossa rotina em muitos quesitos e trouxe possibilidades que pareciam improváveis há poucos anos atrás. No entanto, parece ter criado gerações dependentes do uso deste aparelho, o que pode atrapalhar as relações interpessoais e interferir na produtividade. 

De acordo com a 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), atualmente existem mais smartphones que habitantes no Brasil: são cerca de 230 milhões de aparelhos ativos. Isso representa um aumento de 10 milhões em apenas um ano. 

Outra pesquisa divulgada esse ano, o relatório Estado de Serviços Móveis, revelou que o Brasil é o 5º país que mais utiliza celulares no mundo. Segundo estatísticas reveladas pela empresa Statista em 2017, o brasileiro gasta, em média, quatro horas e 48 minutos mexendo nos celulares. 

A preocupação dos especialista é tanta que já se criou um termo científico para vício em celular: nomofobia. Ainda não é considerada uma doença ou um transtorno mental, mas já se assume os riscos à vida pessoal e profissional das populações. Por essa razão, já é passível de tratamento. Na Europa e nos Estados Unidos, já existem psicólogos e clínicas do segmento que tratam da problemática. No Brasil, o serviço já está disponível, porém, com pouca oferta. 

Em 2018, a Motorola ouviu 20 mil brasileiros em uma pesquisa e detectou que 41,5% estavam viciados em smartphones. Os principais sinais são acordar no meio da noite para responder mensagens, angústia com o fim da bateria, falta de produtividade em detrimento de uso excessivo de celular e ignorar os momentos ‘offline’ para mexer no aparelho. Além desses indícios, a nomofobia também pode acarretar em depressão, ansiedade, transtorno do déficit de atenção e até sobrepeso. 

Pensando em começar o ano com um ‘detox’ necessário, o primeiro artigo de 2020 do Città Conecta vai trazer algumas dicas simples e rotineiras, mas que farão toda a diferença para a manutenção da sua relação com o smartphone. E se ler esse texto for a última coisa que você fez hoje no seu celular? Está lançado o desafio! 

 

Hora do celular

Estamos falando de limites e não de abandonar por completo o telefone. Por isso, separe um momento do seu dia para mexer no celular – um momento!. Em uma hora, você consegue perfeitamente responder a todas as mensagens pessoais, dar aquela ‘stalkeada’ nas redes sociais e ler as principais notícias do mundo, se for através do celular que você se informa. Você pode até responder esporadicamente mensagens que recebe ao longo do dia, mas separe uma hora para mexer a fundo ao invés de sempre se perder navegando cada vez que for responder a um WhatsApp. 

Day Off

Parece impossível, mas você vai sobreviver! Escolha um dia para ficar completamente offline. Desligue o celular e preencha seu dia com atividades que te dão satisfação e te desconectem completamente do smartphone e te conecte a outras áreas da vida. Que tal escolher aquele dia em que a família toda está reunida para aproveitar ainda mais a presença das pessoas amadas?

Hora de dormir

Como citado acima, existem pessoas que acordam no meio da madrugada para responder mensagens. Isso acontece porque deixam o celular ligado debaixo do travesseiro e despertam com a vibração das notificações. Na hora de dormir, desligue seu aparelho e deixe-o em um lugar de difícil alcance. Assim, o mundo online não vai atrapalhar seus sonhos durante a noite. 

Celular profissional

Se você tem condições financeiras de adquirir um segundo aparelho ou ainda não jogou fora aquele telefone velhinho, utilize esse celular para os contatos profissionais. Se o seu problema de vício em celular é porque você é um workaholic, é bom ter dois smartphones para poder separar as mensagens de lazer e aquelas com tanta carga de obrigação. O celular do trabalho, é claro, tem que permanecer desligado fora do horário comercial! 

 

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LinkedIn pessoal: estratégias na hora de atualizar o seu perfil podem te garantir uma boa oportunidade de emprego.

LinkedIn pessoal: estratégias na hora de atualizar o seu perfil podem te garantir uma boa oportunidade de emprego. Além de lazer e entretenimento, as redes sociais viraram, também, um polo corporativo. Milhões de pessoas estão online diariamente em busca de networking e novas oportunidades de emprego. Devido ao tamanho dessa demanda, o Linkedin ganha cada vez mais força. Entenda um pouco mais!

 

Linkedin: o que é? 

O Linkedin é uma rede social voltada para o universo profissional. Neste espaço, você pode descobrir vagas de emprego, firmar parcerias e entrar em contato direto com os membros do seu mercado. O meio é considerado um “currículo online”, onde você pode divulgar suas expertises e, assim, chamar a atenção das empresas do seu segmento.  

Fundado em 2002 antes mesmo do Orkut por quatro empresários e amigos estadunidenses, o LinkedIn iniciou com 350 conhecidos dos profissionais, que foram convidados a testar a plataforma. A iniciativa chamou a atenção de investidores ao redor do mundo e em 5 anos, o número de usuários já ultrapassava os 15 milhões.

Atualmente, mais de 500 milhões de pessoas estão conectadas no Linkedin ao redor do mundo. Em 2018, o Brasil alcançou a marca de 35 milhões de cadastros na rede social corporativa, o que torna o país a terceira maior potência mundial na plataforma. Nesse mesmo ano, a estimativa era de que 10 milhões de vagas seriam anunciadas no período. 

 

LinkedIn pessoal: dicas para o perfil

Comece atualizando o principal cartão de visitas: a sua foto. No LinkedIn, perfis com imagem chamam 10 vezes mais atenção. Não precisa ser uma foto com uma seriedade que lembre as 3×4 das identidades. No entanto, escolha a fotografia mais neutra possível, com um fundo que chame pouca atenção e destaque bem o seu rosto; evite óculos escuros ou qualquer coisa que possa cobri-lo. Elimine, também, fotos sem camisa, com trajes de banho ou qualquer outra que deixe pele demais à mostra. Guarde essas para o Instagram! 

Use esta ferramenta gratuita e descubra se sua foto do LinkedIn está profissional!

Mesmo que sua formação adicione alguns “detalhes” ao nome da função que você exerce, é muito importante ser curto e grosso na hora de preencher o campo “profissão”: jornalista, arquiteto, estudante… Essas palavras são keywords essenciais para os recrutadores que buscam profissionais através do Linkedin. 

Agora, preencha — muito! — bem todos os espaços referentes às suas experiências. Descreva detalhadamente todas as suas funções em que todas as empresas que trabalhou e explicite todos as particularidades das suas formações. Não tenha preguiça de se estender: são essas pequenas nuances que já vão, de cara, te diferenciar dos concorrentes. Se você tem engajamento com projetos sociais, adicionar essa informação ao perfil do Linkedin é um super diferencial. 

Com o perfil pronto, é chegada a hora de adicionar as conexões. No Facebook, por exemplo, a graça é adicionar os mais variados tipos de pessoas para que os conteúdos também sejam variados. No Linkedin, a lógica é outra. Priorize segmentar suas conexões, mesmo que seja rude recusar o convite de alguém. Ele precisa ser um espaço que irá te acrescentar, tanto em networking, quanto em possibilidades de trabalho. 

Use esta ferramenta gratuita para saber o grau de eficiência do seu perfil no LinkedIn!

Agora, que você tem uma rede interessante de conexão no Linkedin, não hesite interagir com eles! É essencial curtir e comentar as publicações dos amigos e parabenizar pelas conquistas, não apenas para demonstrar interesse no conteúdo, mas para realizar a manutenção de uma relação que pode render trabalhos no futuro. Se você é mais low profile, não se preocupe. A própria plataforma disponibiliza mensagens automáticas para o bate papo caso você queira iniciar uma interação ou felicitar por uma nova vaga. 

Siga, também, as empresas com as quais você se identifica ou tem alguma pretensão de trabalhar um dia. A grande maioria disponibiliza muitas oportunidades de vagas pelo LinkedIn, como os dados explicitados acima mostram. Além disso, estar atualizado das novidades dessas corporações pode ser uma excelente fonte de inspiração.  

Por fim, mantenha seu perfil sempre atualizado, mesmo que você esteja satisfeito com seu emprego e não pensa em trocar. Temos o péssimo hábito de alimentar o Linkedin — e outras plataformas de trabalho — apenas quando estamos desempregados. No entanto, esta rede social serve, além de procurar vaga, para ajudar a consagrar seu nome dentro do seu mercado. Além das informações do perfil, atualize o perfil com publicações. Poste sobre seus mais recentes trabalhos e compartilhe dicas e ideias com as suas conexões! 

 

Città Telecom

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