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Automação de Processos: O que para os consumidores representa um ganho de tempo, para um empresário significa o aprimoramento dos recursos — o que garante que você fique à frente da concorrência quando se trata de tecnologia — mas, principalmente...

Automação de processos? Como assim? Queremos te convidar a uma reflexão rápida: quantos processos na sua vida foram consideravelmente encurtados graças à tecnologia? Rapidamente, apostamos que você conseguiu lembrar de, pelo menos, uns cinco, acertamos? Desde compras no supermercado à conclusão de uma encomenda pela internet, essas funcionalidades têm ajudado a adicionar cada vez mais praticidade nas nossas vidas.

 

O que para os consumidores representa um ganho de tempo, para um empresário significa o aprimoramento dos recursos — o que garante que você fique à frente da concorrência quando se trata de tecnologia — mas, principalmente, uma otimização de custos. A este fenômeno deu-se o nome de automação de processos.

 

Trata-se de alocar para máquinas ou equipamentos os processos manuais que antes eram realizados por pessoas. É uma metodologia automática, repetitiva e sem nenhuma interação humana.

 

Pense no dia a dia da sua empresa e em qual tarefa mais “empata” a rotina da firma. Certamente, esse processo já foi automatizado e tem um software ou equipamento à sua disposição no mercado. Este fenômeno pode ser aplicado nos mais variados tipos de empresa e em diferentes portes.

 

Um exemplo bem simples disso: se ao realizar o controle financeiro da empresa, você já trocou a calculadora e o papel por um software que faz tudo automaticamente, a automação de processos já é uma realidade no seu dia a dia.

 

Entre as principais vantagens do fenômeno, podemos destacar o aumento da produtividade, a melhora na qualidade do produto, a redução do tempo de conclusão, o monitoramento completo do processo e o crescimento no rendimento da equipe — afinal, ela estará mais enxuta. A curto prazo, é, sim, um investimento caro, mas não é difícil perceber que os benefícios — e o lucro — aparecerão rapidamente.

 

É exatamente pelo alto valor, vale a pena destacar, que a aplicação da automação de processos precisa de um longo estudo antes de ser aplicada. Além de checar as condições financeiras, você precisa avaliar quais setores da empresa demandam mais urgência nessa transição, refletir sobre como isto afetaria positivamente a qualidade do produto e estabelecer prioridades. Afinal, o objetivo é aliviar o seu bolso, e não criar dívidas ainda mais pesadas.  

 

Investir em tecnologias que permitem a automação de processos ajuda a suprir uma defasagem ainda comum em serviços e produtos: a padronização. Os clientes prezam por comprar a mesmíssima mercadoria a cada aquisição; primordialmente, com a mesma qualidade. Apenas a automação garante que o processo seja feito de forma idêntica durante toda a produção.

 

Entretanto, nem tudo são flores. Uma das principais polêmicas que giram em torno deste processo é a demissão em massa que ele pode vir a causar. Sim, é inegável que pode causar alguns desligamentos, porém, uma parcela considerável desses novos métodos ainda vão depender do trabalho humano. Em muitos casos, a automação gera novos cargos que exigem mais especializações, mas com salários mais altos.

 

Sobre aplicações da automação de processos, podemos destacar a emissão de notas fiscais, monitoramento de logística, gerenciamento de contratos, controle de gastos e folha de pagamento, disparo de mensagens que prestam contas sobre compras e melhorias nos canais de atendimento ao cliente. É uma via de mão dupla: ela traz benefícios tanto para o comprador, quanto para o produtor. Aposte!  

 

Imagine automatizar os principais processos da sua empresa e não obter otimização nenhuma porque a sua internet não dá conta? Não adianta investir em tecnologia de ponta sem uma conexão que nunca te deixa na mão!

 

Por isso, nós da Città Telecom, nos colocamos à sua disposição! Temos diversos serviços e pacotes de internet que beneficiem você e sua empresa. Conte com uma conexão veloz, estável, com sincronia de upload e download e o melhor: com toda velocidade prometida em contrato.  


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Velocidade de Interconexão: Quem pegou os tempos de internet discada – em que a gente precisava esperar até meia noite para navegar sem adicional na tarifa de telefone – talvez não imaginasse que, um dia, conseguiríamos navegar com tanta facilidade. Hoje, nós podemos realizar diversas operações simultaneamente, resolver nossas principais pendências e entrar em contato com o mundo todo a qualquer hora do dia.

 

Esse upgrade beneficiou diretamente as empresas, que cada dia mais adotam a tecnologia como braço direito e dependem tanto de se conectar com inúmeras pessoas e lugares para concretizar os negócios. Mas se você acha que isso já é o auge, saiba que a tendência é melhorar ainda mais.

 

Segundo o estudo Global Interconnection Index Volume 2 (GXI Vol. 2), realizado todo ano pela Equinix, uma das maiores provedoras mundiais de data center IBX e colocation, o tráfego de Interconexão mundial deve triplicar até 2021.

 

A Interconexão consiste em uma troca de dados de forma privada e direta entre companhias. Através de uma rede global, uma empresa pode se conectar a qualquer instante e com toda segurança com seus funcionários, parceiros e clientes.

 

Vista como o maior resultado da transformação digital que tem acontecido no mundo dos negócios, ela é uma forma de facilitar a comunicação e garantir muito mais agilidade na concretização das demandas. Especialistas acreditam que a Interconexão é a solução mais eficaz para uma real integração entre os meios físico e virtual. Além disso, essa estrutura proporciona segurança cibernética e uma possibilidade de ampliação do ecossistema de um modelo de negócios.

 

Em 2018, a Velocidade de Interconexão atinge a marca de 2.481 terabits por segundo, mas a expectativa é que em três anos, este número chegue a 8.214 Tbps. Esse aumento representa, em média, uma alta de 48% ao ano durante o período de 2017 a 2021. O número é quase duas vezes maior que a taxa de crescimento de 26% do tráfego IP global, relacionado à velocidade de Internet. Estima-se, também, que 71% dessa velocidade mundial seja utilizada por empresas de telecomunicação.

 

Atualmente, a América Latina conta com a menor velocidade de Interconexão no mundo. No entanto, é a área que mais deve ser impactada com este crescimento global. Até 2021, a largura de banda na região pode alcançar 755 terabits por segundo, o que representa um crescimento de 59% em relação à conexão atual.

 

Em seguida no ranking, aparecem os Estados Unidos. Com um aumento estimado em 45%, a velocidade de Interconexão do país chegará a 3.318 Tbps por segundo daqui a três anos. Tamanho crescimento pode ser justificado, não somente pelo pioneirismo da nação quando se trata de negócios digitais, mas também pelo fato de sediar as maiores empresas de tecnologia do mundo.  

 

Para o Brasil, as projeções são igualmente positivas. A previsão é que a velocidade de interconexão no Rio de Janeiro e em São Paulo – cidades que abrigam seis dos 200 data centers do mundo – aumente em sete vezes. A capital paulista é onde acontecerá o maior crescimento em toda a América Latina: 64% de crescimento anual. Na capital carioca, a expectativa é de 60%.  

 

O mundo está melhorando constantemente sua forma de se conectar e sua empresa não pode ficar pra trás. Você precisa contar com uma conexão segura, veloz e estável, que te ajude de fato a implementar a tecnologia no seu modelo de negócios.

 

A Città possui fibra até o data center da Equinix, empresa que realizou o estudo citado neste artigo. Essa parceria garante acesso mais rápido aos nossos usuários, utilização diferenciada nos principais provedores de conteúdo e conexão direta nas principais Clouds Privadas, que garantem segurança de acesso e controle de dados para empresas.

Por isso, nós, da Città Telecom, nos colocamos à sua disposição! Temos planos de internet e telefonia que garantem qualidade, segurança e toda a velocidade que você contratou!

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Muitos provedores de serviços de internet vêm adotando em suas estruturas de rede a tecnologia FTTX.

 

Principalmente por causa de vantagens como: maior capacidade de transmissão, menor interferência no sinal e consumo de energia, maior flexibilidade e tantos outros benefícios, tornam esse tipo de tecnologia uma ótima escolha. Principalmente para provedores regionais.

Provedores de serviços de internet (ISP’s) regionais estão tendo cada vez mais confiança na tecnologia de fibra óptica, principalmente quando o assunto é a tecnologia PON.

Nesse tipo de tecnologia observamos, principalmente no ano de 2015, um aumento considerável no uso do GPON sobre o EPON.

Enquanto o EPON oferece benefícios interessantes em um primeiro momento, suas limitações acabam gerando custos e incômodos que seriam facilmente evitados caso o provedor tivesse adotado o GPON.

Em uma pesquisa, onde cerca de 120 empresas foram entrevistadas, 70% das marcas optaram por usar o padrão GPON e cerca de 98% agrega o serviço de internet em suas estruturas. Esses números apenas reforçam o argumento acima.

 

 

Ainda está com dúvidas? Não se preocupe!


Preparamos para você uma lista que elenca os principais motivos que estão fazendo provedores de serviços de internet adotar o padrão GPON.



1 – Estão oferecendo mais qualidade para os seus clientes com a tecnologia GPON.

A tecnologia GPON por ser uma versão mais robusta, possibilita aos provedores entregar mais qualidade para os seus clientes.


Isso através de uma gestão de rede mais eficaz e completa, que permite ao provedor ter um controle maior sobre a sua estrutura, entregando assim maior estabilidade nos dados enviados e uma maior agilidade na resolução de conflitos que possam surgir.



Esse é um fator importantíssimo!


Principalmente em um mercado competitivo como o de provedores. Ofertando qualidade você melhora a sua retenção e a sua aquisição de clientes, provando que os seus clientes fizeram a escolha certa ao contratar os seus serviços.



2 – Estão gastando menos com manutenção

A longo prazo, as vantagens de se optar por um padrão de rede GPON começam a atingir o bolso também. Mas de maneira positiva!


Em comparação a outros padrões menos robustos, como o EPON, a tecnologia GPON conta com OLT´s que conseguem atender até 64 ONU’s de forma efetiva, garantindo a estabilidade no serviço, facilitando a manutenção, espaço e aquisição de novos equipamentos.

 

 

3 – Estão otimizando a sua estrutura



Provedores estão otimizando suas estruturas de rede ao implementar o modelo GPON.


Essa otimização é uma simples consequência, porém de grande impacto, devido a uma das principais características da rede GPON:


Sua robustez em relação a outros padrões.  Com a gestão centralizada e flexível que a rede GPON dispõe, o seu provedor de serviços de internet (ISP) tem um controle total da eficiência e do comportamento da sua rede.




4 – Estão se preparando para crescer

Ao adotar uma rede GPON, o provedor já tem o intuito de crescer, ou já está em fase de crescimento e está sentindo as limitações que outros padrões impõem ao provedor.


Mesmo com os custos de implementação de um  padrão como o EPON por exemplo, sendo mais convidativos em um primeiro momento, eles costumam não acompanhar o crescimento do negócio.


Ao ter em mente os seus objetivos de crescimento e os fatores necessários para alcançá-los, a decisão de escolher o padrão GPON fica mais do que óbvia.

 

Conclusão

 

 

Há pesquisas e mais pesquisas por aí que indicam as vantagens técnicas de usar o padrão GPON em sua estrutura de rede FTTX.



O objetivo desse artigo foi mostrar as coisas de um ponto de vista voltado para negócios, ou seja, percepções que vão ajudar você a encontrar oportunidades nesse mercado tão competitivo.

O termo “Governança de TI” tem suas origens no conceito de “Governança Corporativa”, mas não devemos confundir esses conceitos. Além disso, a “Governança de TI” relaciona-se com a “Gestão/gerenciamento de TI”, porém não são a mesma coisa.

Para melhor entendermos as semelhanças, as diferenças e o inter-relacionamento do significado desses termos, seguem algumas definições.

Governança Corporativa

 

Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC):

“Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de Governança de TI Corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para sua longevidade.”

Governança de TI

Para o Information Technology Governance Institute (ITGI)-

“governança de TI é de responsabilidade dos executivos e da alta direção, consistindo em aspectos de liderança, estrutura organizacional e processos que garantam que a área de TI da organização suporte e aprimore os objetivos e as estratégias da organização.”

Observa-se, portanto, que a “Governança Corporativa” tem foco no direcionamento e monitoramento da gestão da instituição, e busca permitir a intervenção dos responsáveis finais sempre que houver desvio em relação ao esperado.

Em última instância, esses responsáveis são os detentores da propriedade: sócios e acionistas, no caso das organizações privadas, e a sociedade, no caso das organizações públicas federais.

Já a Governança de TI tem foco no direcionamento e monitoramento das práticas de gestão e uso da TI de uma organização, tendo como indutor e principal beneficiário a alta administração da instituição.

Um exemplo prático de mecanismo de governança de TI é o estabelecimento de um processo transparente de tomada de decisão sobre a priorização de grandes demandas de TI.

Tal processo é necessário para garantir que as ações de TI estejam alinhadas com os objetivos institucionais e para garantir que as demandas que tenham maior impacto nesses objetivos tenham atendimento prioritário.

Esta é uma decisão que não cabe às unidades de TI (embora devam sempre opinar).

Portanto, o estabelecimento desse processo, os participantes e suas competências é uma iniciativa de governança de TI a ser liderada pela alta administração.

Benefícios da Governança de TI

Quando bem implantada, a Governança de TI consegue garantir segurança, confiança e disponibilidade, o que garante à empresa maior credibilidade junto aos seus colaboradores e clientes.

Alguns dos principais benefícios de uma GTI estabelecida de forma adequada são:

  • Automatização de tarefas: Com a automatização de certas tarefas, é possível ganhar tempo e  reduzir custos. Além disso, o processo produtivo é beneficiado, uma vez que diminuir a execução de tarefas repetitivas e focar em afazeres mais importantes pode render maior produtividade por parte dos profissionais de TI.

  • Atendimento convincente: Uma tecnologia bem aplicada de atendimento ao cliente pode auxiliar na fidelização e satisfação dos consumidores. Atendimento personalizado e sem espera também pode ajudar no contentamento dos seus usuários.

  • Alinhamento estratégico: O alinhamento das ações de TI aos objetivos da empresa pode alavancar e potencializar os resultados da corporação a médio e longo prazo.

  • Aumento do ROI: Uma Governança de TI bem executada consegue oferecer maior retorno das iniciativas de tecnologia, contribuindo diretamente para o aumento do ROI (retorno sobre o investimento) feito nessa área pela organização.

  • Comunicação assertiva: Práticas de GTI conseguem aprimorar a comunicação tanto dentro da própria equipe de TI, entre os profissionais da área, quanto com os colaboradores dos demais setores da empresa

Conclusão

A Governança de TI tem o papel de criar estes controles de forma que a TI trabalhe de uma maneira o mais transparente possível perante os stakeholders (executivos, conselho de administração, acionistas).

O framework mais utilizado no mundo se falando em Governança de TI é o COBIT, mantido pela ISACA.

O COBIT sugere uma série de processos a serem seguidos, chamados de objetivos de controle como:

  • gerenciamento de incidentes;
  • segurança da informação;
  • indicadores;
  • auditoria externa entre outros objetivos.

Bom pessoal, espero tê-los ajudado a compreender o que é a Governança de TI e para que serve.

Apesar de o termo Wifi ser uma marca registrada pela Wi-Fi Alliance, a expressão hoje se tornou um sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11, que permite a conexão entre diversos dispositivos sem fio. Amplamente utilizado na atualidade, a origem do termo, diferente do que muito acreditam, não tem um significado específico.

O que seria o Wifi?

 

Wi-Fi é uma abreviação de “Wireless Fidelity”, que significa fidelidade sem fio, em português. Wi-fi, ou wireless é uma tecnologia de comunicação que não faz uso de cabos, e  geralmente é transmitida através de frequências de rádio, infravermelhos etc.

O wi-fi não necessita de licença para instalação e/ou operação.

Para se acessar uma rede wi-fi é necessário estar na área de abrangência de um ponto de acesso, chamado de hotspot, ou também em locais públicos que possuem wi-fi. Para utilizar, deve-se possuir um dispositivo móvel, como computador portátil, tablet ou celular, para poder acessar a internet com facilidade.

Algumas pessoas confundem wi-fi com internet gratuita, o que é um engano, pois wi-fi significa apenas que aquele lugar possui internet sem cabos, mas em locais públicos como restaurantes, aeroportos, shoppings etc, é necessário pagar uma taxa ou adquirir um produto para usufruir do benefício.

Atualmente, praticamente todos os notebooks já vêm de fábrica com dispositivos para acessar wi-fi.

Afinal, como o Wi-Fi funciona?

 

As redes Wi-Fi funcionam por meio de ondas de rádio. Elas são transmitidas por meio de um adaptador, o chamado “roteador”, que recebe os sinais, decodifica e os emite a partir de uma antena. Para que um computador ou dispositivo tenha acesso a esses sinais, é preciso que ele esteja dentro um determinado raio de ação, conhecido como hotspot.

FiberHome roteador wifi

O raio de ação de uma rede Wi-Fi é variável, de acordo com o roteador e a antena utilizada. Essa distância pode variar de 100 metros, em ambientes internos, a até 300 metros, em ambientes externos. O mesmo tráfego de dados ocorre no sentido oposto estabelecendo, assim, a comunicação entre os dispositivos.

Amplamente difundido no mercado, o Wi-Fi hoje busca novos padrões de forma a alcançar velocidades cada vez mais altas na transferência de dados.

O Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos trabalha em um novo padrão que permitiria o envio de dados a velocidades de até 22 Mbps, atingindo distâncias de até 100 quilômetros.

Na Città Telecom usamos o roteador wifi FiberHome, entre em contato e agende uma visita de um consultor Città.

Tudo sobre gerenciamento de redes

 

 

 

O Gerenciamento de Redes está associado ao controle das atividades e ao monitoramento do uso dos recursos no ambiente da rede. As tarefas básicas desta gerência, resumidamente, são: obter as informações da rede, tratá-las para diagnosticar possíveis problemas e encaminhar as soluções destes problemas.

 

Para cumprir estes objetivos, funções de gerência devem ser embutidas nos diversos componentes da rede, possibilitando detectar, prever e reagir aos problemas que por ventura possam ocorrer.

 

As principais metas do gerenciamento de redes são:

 

 

  • Redução dos custos operacionais da rede
  • Redução do congestionamento da rede
  • Aumento da flexibilidade de operação e integração
  • Maior eficiência
  • Facilidade de uso
  • etc

 

 

Um sistema de gerenciamento de rede é composto de uma coleção de ferramentas para monitorar e controlar a rede, integradas da seguinte forma:

 

 

  • Uma única interface de operador, com um poderoso e amigável conjunto de comandos, para executar as tarefas de gerenciamento da rede;
  • Uma quantidade mínima de equipamentos separados, isto é, que a maioria do hardware e software necessário para o gerenciamento da rede seja incorporado nos equipamentos de usuários existentes.

 

 

O gerenciamento de redes, como já citado na sua definição, não pode ser vista como uma atividade única, ou seja, deve ser observada como uma atividade que pode, além da operação da rede, envolver inúmeras tarefas, como por exemplo:

 

 

  • Controle de acesso à rede
  • Disponibilidade e desempenho
  • Documentação de configuração
  • Gerência de mudanças
  • Planejamento de capacidades
  • Auxílio ao usuário
  • Gerência de problemas
  • Controle de inventário
  • Etc.

 

 

É importante frisar, aqui, que a maior ou menor importância de algumas dessas tarefas estará associada ao tamanho e à complexidade da rede.

 

Modelos de Gerenciamento de Rede

 

 

Os modelos de gerenciamento de rede diferenciam-se nos aspectos organizacionais no que se refere à disposição dos gerentes na rede, bem como no grau da distribuição das funções de gerência. Existem dois modelos adotados para gerência de redes: o Modelo Internet e o Modelo OSI.

 

Modelo Internet

 

O modelo de gerenciamento de rede Internet adota uma abordagem gerente/agente onde os agentes mantêm informações sobre recursos e os gerentes requisitam essas informações aos agentes.

 

 

O padrão Internet SMI (Structure of Management Information) especifica uma metodologia para definição da informação de gerenciamento contida na MIB. O SMI usa um subconjunto de tipos de dados ASN.1. A MIB define os elementos de gerenciamento de informação como variáveis e tabelas de variáveis.

 

Modelo OSI

 

 

O gerenciamento de rede no modelo OSI da ISO baseia-se na teoria da orientação a objetos. Com isso, o sistema representa os recursos gerenciados através de entidades lógicas, as quais recebem a denominação de objetos gerenciados.

 

 

O modelo OSI permite a delegação das funções de monitoração aos agentes. Contudo, as funções de controle ainda ficam relegadas ao gerente, pois o conhecimento relativo à tomada de decisões gerenciais não se adapta para ser codificado em classes de objeto, ao contrário do conhecimento referente à monitoração, que é mais simples, geralmente estático e periódico.

 

 

Existem cinco área funcionais no gerenciamento num ambiente OSI:

 

 

  • Gerência de configuração (estado da rede)
  • Gerência de desempenho (vazão e taxa de erros)
  • Gerência de falhas (comportamento anormal)
  • Gerência de contabilidade (consumo de recursos)
  • Gerência de segurança (acesso)

 

 

Um dos aspectos a serem considerados no gerenciamento OSI é o fato de que tal modelo gera agentes mais complexos de serem desenvolvidos, consumindo mais recursos dos elementos de rede, enquanto economiza o uso da rede, devido a minimização dos pedidos de informações (pollings) necessários para obter dados sobre objetos gerenciados, livrando o gerente para tarefas mais “inteligentes”.

 

 

Gerência de Falhas

 

Falhas não são o mesmo que erros.

 

Uma falha é uma condição anormal cuja recuperação exige ação de gerenciamento e normalmente é causada por operações incorretas ou um número excessivo de erros.

 

Por exemplo, se uma linha de comunicação é cortada fisicamente, nenhum sinal pode passar através dela. Um grampeamento no cabo pode causar distorções que induzem a uma alta taxa de erros. Certos erros como, por exemplo, um bit errado em uma linha de comunicação, podem ocorrer ocasionalmente e normalmente não são considerados falhas.

 

Para controlar o sistema como um todo, cada componente essencial deve ser monitorado individualmente para garantir o seu perfeito funcionamento. Quando ocorre uma falha, é importante que seja possível, rapidamente:

 

 

  • Determinar o componente exato onde a falha ocorreu;
  • Isolar a falha do resto da rede, para que ela continue a funcionar sem interferências;
  • Reconfigurar ou modificar a rede para minimizar o impacto da operação sem o componente que falhou;
  • Reparar ou trocar o componente com problemas para restaurar a rede ao seu estado anterior.

 

A gerência de falhas tem, portanto, três grandes responsabilidades: o monitoramento dos estados dos recursos da rede, a manutenção de cada um dos objetos gerenciados e as decisões que devem ser tomadas para restabelecer as unidades do sistema que possam apresentar problemas. O ideal é que, as falhas que possam ocorrer, sejam detectadas antes que os seus efeitos sejam percebidos.

 

O impacto e a duração do estado de falha podem ser minimizados pelo uso de componentes redundantes e rotas de comunicação alternativas, para dar à rede um maior grau de tolerância às falhas.

 

 

Considerações Finais

 

 

Apesar de todos os esforços realizados, até o momento ainda não se conseguiu dentro dos meios industriais e acadêmicos chegar ao sonhado modelo único/integrado que pudesse atender às expectativas dos gerentes de redes.

 

 

Talvez a utilização do Java permita chegar à solução “ideal”, porém, ainda não é possível afirmar que tal fato seja verdade, pois o uso da linguagem para esse tipo de aplicação ainda é relativamente recente.

 

Uma das empresas de pesquisa da Alphabet, a holding que cuida de todos os produtos e companhias da marca Google e derivados, pensa em construir uma cidade inteira.

A Sidewalk Labs, que é focada em inovações urbanas, tem como objetivo fazer pesquisas a respeito da possibilidade e da aplicação de tecnologias nas cidades, melhorando itens como sinal do WiFi, trânsito inteligente, segurança e etc.

Durante uma palestra em um evento promovido pelo site The Information, o CEO da Sidewalk Labs, Dan Doctoroff, deu uma pista sobre a possibilidade de construir uma cidade “do zero” e testar em um local artificial os projetos antes da aplicação em um município de verdade. Ele teria dito que “seria uma ideia incrível”, mas complementou afirmando que poderia dizer mais nada sobre isso.

 

 

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(imagem – Planta baixa de 1960 da Disney para cidade experimental totalmente funcional conhecida como EPCOT)

Os últimos rumores indicam algo que os aficionados por tecnologia esperam há um bom tempo: a Samsung vai começar a vender smartphones dobráveis, ou flexíveis, já em 2017. Hoje, o mais próximo que temos disso ainda está bem longe de ser considerado “dobrável”, com as bordas do Samsung Galaxy S7 Edge e a curvatura do LG G Flex 2.

As fontes do relato vêm da Coreia do Sul. Ou seja, “insiders”, fontes que conhecem ou têm alguma familiaridade com os negócios da empresa. Ainda, estes rumores indicam que as telas dobráveis vão ter tamanhos variados entre 5″ e 7″ com a tecnologia OLED.

Outro boato, também muito interessante, indica que a Samsung vai lançar apenas um gadget dobrável: por ter 7″, ele age tanto como smartphone como tablet. Dobrado, celular. Aberto, tablet.

 

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Lançado em 2013, o iPhone 5s não faz mais parte dos planos de venda da Apple. Aparentemente, o modelo foi totalmente descontinuado, em seu lugar, entra o recém anunciado (22/03) iPhone SE.

A mudança é mais que justificada. O novo modelo tem o mesmo tamanho de tela do iPhone 5s (4″), mas apresenta especificações técnicas de uma geração acima (do iPhone 6s, para ser mais preciso).

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No clássico longa-metragem “Matrix”, o protagonista Neo – vivido por Keanu Reeves – aprende a lutar kung fu em poucos minutos graças a uma tecnologia fictícia que lhe permitiu fazer upload desse conhecimento para o seu cérebro. Se você sempre achou esse conceito um tanto abstrato e fantasioso, saiba que pesquisadores do HRL Laboratories conseguiram recriar um conceito parecido, fazendo nascer o primeiro sistema de aprendizagem instantânea.

O que os cientistas fizeram foi transferir a atividade cerebral de pilotos de avião experientes para a cabeça de alunos que ainda estavam aprendendo a voar. Isso foi feito através de um capacete de estimulação transcraniana por corrente direta (ETCC ou tDCS, no original em inglês), que nada mais é do que um aparelho que estimula áreas específicas do cérebro usando correntes elétricas de baixa intensidade.

É óbvio que os testes não envolveram pilotagem de verdade – as cobaias voaram em um simulador ultrarrealista. Com seus cérebros “turbinados” pela atividade cerebral dos veteranos, os novatos exibiram uma melhora praticamente instantânea em suas habilidades no manche. É óbvio que esse experimento é só o primeiro passo para uma tecnologia que pode mudar completamente a forma como aprenderemos no futuro.

 

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